O pós-venda em uma loja e-commerce

O pós-venda, muitas vezes, é tratado como solução de problemas. No entanto, ele é mais do que simplesmente isto. É a partir do relacionamento após a compra que a loja cativa seus clientes e viabiliza uma nova venda. E mais, a preocupação com o pós-venda demonstra consideração pelo cliente e é capaz de melhorar a imagem da empresa.

Manter os clientes fiéis é complicado, mas conquistar novos tem se tornado cada vez mais difícil em razão da alta competitividade existente no mercado. Devido à essa dificuldade, proporcionar uma boa experiência durante e depois da venda torna-se crucial para fidelizar e também para encontrar novos consumidores, afinal, clientes satisfeitos falam da sua empresa para outras pessoas.

Mas o contrário também acontece. E então, você quer que eles relatem uma experiência positiva ou negativa? Se você optou pela primeira opção, veja dicas para alcançar esse objetivo.

Agradeça
O cliente escolheu comprar com você e apostou que entre todas as possibilidades a sua loja era a melhor opção. Mas, após finalizar a compra, recebeu um e-mail simples dizendo apenas que o pedido foi computado. Não aproveitar o e-mail de confirmação é perder uma excelente oportunidade de se aproximar do cliente.
Envie uma mensagem de agradecimento e diga que ficou feliz com a escolha dele. Também é válido pedir uma avaliação, e-mails de confirmação costumam ter boa taxa de abertura. Na plataforma Magento, por exemplo, você pode personalizar estes e-mails transacionais.

Treine sua equipe
Invista na capacitação dos funcionários para um atendimento de qualidade. E o mais importante: não se exima da responsabilidade da venda e faça o máximo para resolver o problema do cliente. É comum as empresas culparem a transportadora ou correios, mas ainda que o erro não tenha sido diretamente seu, a venda é sua e o cliente vai recorrer ao seu contato para procurar uma solução.

Dê atenção ao cliente
A espera da mercadoria costuma gerar certa ansiedade no consumidor. Mas, se você notificar o cliente relatando o caminho que o produto está fazendo até a chegada na casa dele, essa expectativa será amenizada. Que tal enviar um SMS? Assim o cliente recebe o alerta no celular e pode ver na hora o trajeto da mercadoria. Além disso, esse tipo de atitude reduz a procura pelo SAC e tende a melhorar a reputação da sua empresa, pois demonstra comprometimento e valorização do cliente.

Ofereça brindes
A oferta de promoções exclusivas incentiva o cliente a voltar a comprar com você. Cupons de desconto, brindes e outras vantagens atraem a atenção. Ofereça também produtos baseados nos que o consumidor já adquiriu. Por exemplo, se ele comprou uma televisão, envie um e-mail perguntando as impressões dele sobre o produto e aproveite para verificar se ele não precisa de um suporte para o aparelho. Dessa forma, você mantém o relacionamento e antecipa uma necessidade.

Simplifique o contato
Diversifique as formas como o cliente pode entrar em contato com você. Chat on-line, Whatsapp, redes sociais… Dê opções para que ele decida como vai falar com você. Mas não se esqueça de executar um bom atendimento em todos os canais. Há muito o que ser explorado após a finalização da compra em um e-commerce. Entretanto, algumas atitudes são viáveis para todo tipo de negócio e são capazes de fazer a diferença no relacionamento com o seu cliente. Por isso, deixar de aplicar estratégias de pós-venda é um erro que você não deve cometer. Lembre-se que executar um pós-venda com excelência é muito importante para não cair no esquecimento do cliente e construir um caminho de sucesso e reconhecimento para sua empresa.

Por Galler Ilhe
Fonte: ecommercebrasil.com.br

Cinco tendências do segmento de alimentação em 2017

Destacar-se no concorrido mercado de alimentação fora do lar não é uma tarefa fácil. Ainda mais Brasil, onde o setor é um dos mais fortes da nossa economia.

1. Comidas saudáveis
O setor que mais deve ganhar força em 2017 deve ser o de comidas saudáveis. Tendência em todo o mundo, o segmento acompanha a busca do consumidor em se alimentar melhor, aderindo aos ingredientes locais e sustentáveis. “Do campo à mesa é um conceito que segue crescendo no Brasil.” A proposta saudável é cada vez mais frequente nos restaurantes do país, e isso só deve aumentar. “Acompanhar a necessidade do consumidor, que tem procurado uma vida mais saudável e sustentável”.

2. Conveniência
No segmento de alimentação fora do lar, praticidade é palavra-chave para 2017. Restaurantes que combinam agilidade com entrega de serviço de qualidade tendem a se destacar neste ano. A mudança de modelo vai de acordo com a necessidade do cliente. “Mesas coletivas, restaurantes sem garçom e entrega rápida da refeição tendem a dar certo. Mas, é claro, por mais que seja rápido, o restaurante tem que ser aconchegante e eficiente.”

3. Otimização de processos
Uma forma de aumentar a agilidade dos serviços é otimizar os processos dentro da cozinha. O empreendedor busque novos equipamentos para o seu negócio, adotando tecnologias capazes de aumentar a produção. “Há restaurantes que não usam mais coifas, porque possuem chapas e fornos que não soltam tanta gordura, por exemplo. Ficar atento às novas tecnologias é essencial para o sucesso”.

4. Mudanças de hábito
Com a recessão econômica, muitos consumidores alteraram seus hábitos de consumo, afetando diretamente o mercado de refeições fora do lar. “Quem passou a ter menos dinheiro começou a procurar opções mais baratas, como as marmitas. As refeições complementares também ganharam força. Ao invés de jantar ou almoçar, muitas pessoas agora optam por lanches mais reforçados.” E o empreendedor deve estar ligado nesta mudança.

5. Nova geração de consumidores
Outro fator importante para quem quer abrir um restaurante é a chegada de uma nova geração de consumidores ao mercado. “Muitos jovens já não fazem mais questão de almoçar aquele clássico prato com arroz, feijão, bife e batata frita. O padrão mudou”. Por isso, o empreendedor deve pesquisar se realmente conhece o seu público-alvo. “A partir disso, o dono de restaurante pode definir um planejamento bem mais assertivo”.

Texto: Karyna Muniz.
Fonte: Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios (http://revistapegn.globo.com).

 

Bloco X – Novos Prazos

O Bloco X que deveria entrar em vigor dia 01/07 deverá ser prorrogado, conforme pedidos de prorrogação da Assespro / SC e outras entidades.
Segundo o SEFAZ os novos prazos deverão ser definidos por ramo de atividade dos contribuintes. Em breve será publicado oficialmente os novos prazos.
Segundo as últimas informações os prazos deverão seguir a seguinte ordem:
1º segmento: “Postos de Combustíveis”, previsto para SETEMBRO/2017
2º segmento: Supermercados ou Magazines / lojas de departamentos, previsto para MARÇO/2018
Os demais segmentos devem enviar seus arquivos até SETEMBRO/2018

Quais as diferenças entre SAT, ECF, NFC-e e NF-e?

A falta de emissão de nota fiscal pode causar sérios problemas aos empresários, mas muitos não sabem muita coisa sobre o assunto e acabam deixando tudo nas mãos do contador. É claro que esse apoio é importante, mas também é preciso conhecer alguns detalhes e adotar práticas que possam evitar dor de cabeça mais tarde. Estar atento às obrigações da empresa é extremamente necessário e, por isso, todo empreendedor deveria conhecer as diferenças entre os tipos e notas e cupons fiscais eletrônicos.

NF-e
A Nota Fiscal Eletrônica é a boa e velha NF-e, emitida e armazenada de maneira eletrônica e serve para oficializar as operações de circulação de mercadorias ou de prestação de serviços. A NF-e não deve ser vista como um empecilho burocrático, mas como um documento que pode ajudar muito na tomada de decisões gerenciais, já que ela está cheia de informações precisas e preciosas sobre seus clientes e fornecedores. Estamos acostumados a ver a NF-e quando vendemos ou compramos produtos. É representado por um arquivo XML e é identificada unicamente pela Chave de Acesso, um número de 44 dígitos.

ECF
É o sistema Emissor de Cupom Fiscal. Ele é ligado à impressora fiscal e possui um certificado digital próprio. Parece uma impressora comum, mas mantém tem uma memória para armazenar os cupons fiscais criados. É considerada de baixa segurança fiscal. Saiba mais no site da Sefaz-SP.

SAT ou SAT/CF-e
É a sigla para Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos. Esse sistema está operando desde novembro de 2014 e serve para documentar de forma eletrônica todos os arquivos e operações do comércio de varejo no Estado. Ele substitui as emissoras de cupons ficais (ECF) e deixa os trâmites legais dos tributos mais simples.
Não é preciso estar conectado a internet o tempo todo para que ele funcione. A transmissão das informações pode ser feita periodicamente para a Secretaria da Fazenda. Um único aparelho pode atender várias lojas.

NFC-e
Veio para substituir a necessidade da ECF, que dependia de impressoras homologadas pelo governo e eram mais caras. A cada venda as informações são transmitidas para a Secretaria da Fazenda e esses dados podem ser consultados depois. O objetivo do uso da NFC-e é extinguir o cupom fiscal, dar mais segurança e agilidade para o fisco e também para o comerciante.
Segue a mesma estrutura da NF-e, com pequenas diferenças de informações e regras, mas idêntica em muitos pontos.
A emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica também segue as mesmas regras da NF-e, precisando ter o certificado digital no padrão ICP Brasil e o CNPJ da empresa. Para usar o sistema é preciso estar conectado è internet, já que a transmissão de informações é simultânea. A empresa precisa estar cadastrada como emitente de nota fiscal eletrônica e com a inscrição estadual regularizada.
Também é necessário ter o equipamento do SAT ativo. Para não ter erros com códigos de mercadoria ou com a tributação, falta do XML das notas fiscais de entrada ou crédito indevido de ICMS é preciso usar um software de qualidade.

Obrigações fiscais
As obrigações de cada empresa podem variar conforme o ramo de atuação e o Estado em que ela está operando, por isso é importante consultar seu contador ou a própria Secretaria da Fazenda. No entanto, independente do tipo de documento que você deva usar, é importante lembrar que eles precisam obrigatoriamente ser armazenados por pelo menos cinco anos – caso contrário pode vir multa. Vale lembrar que não é lá muito seguro guardar todos os arquivos em uma pasta no seu computador, primeiro porque a organização seria dificílima, mas também porque se a máquina queimar, você corre o risco de perder tudo.

Fonte: arquivei.com.br

Qual a diferença entre site responsivo e site mobile?

Hoje em dia possuímos dois tipos de sites para celulares e dispositivos móveis, são eles:

O site responsivo, e o site mobile, cada um deles possui características próprias tanto no momento de criação quanto no funcionamento.

Sites Responsivos:
O site responsivo se adapta automaticamente em qualquer dispositivo que o usuário esteja visualizando com base no tamanho da tela em que o site é exibido, ou seja não importa em qual tipo de dispositivo o site seja acessado sejam eles computadores desktops, notebooks, smartphones, tablets, TVs o site será exibido da melhor maneira para aquele dispositivo.

Como funciona um site responsivo?
No site responsivo todos os elementos são reorganizados através de css / html utilizando um sistema conhecido como “media queries” aonde podemos alterar as propriedades dos elementos em um ou mais tamanhos de tela especificados pelo desenvolvedor.

Site Mobile:
O site mobile é um site que como o nome diz é um site próprio para dispositivos móveis sejam eles smartphones ou tablets, então são sites que se adaptam a todos os dispositivos móveis independente do tamanho de tela, mas são sites que não são visualizados em computadores desktop ou notebooks, ou seja o site mobile reconhece o tipo de dispositivo que o usuário está utilizando, e direciona para o site que se adaptara em de uma melhor forma.

Como funciona um site mobile?
O site mobile é um site diferente do site original, e exatamente um segundo site. Os arquivos do site como imagens e scripts podem até ter o mesmo caminho dependendo do caso, porém os arquivos html são outros, inclusive alguns sites mobiles ficam em subdomínio,como por exemplo o site da globo quando você acessa o site de um celular o site fica com o endereço “m.globo.com”.

Como eu sei quando usar um site responsivo ou mobile?
O tipo de site que devemos utilizar depende muito do projeto que vamos trabalhar.

Se precisamos trabalhar em um site que já está pronto, o site mobile talvez seja a melhor opção, pois com o site mobile você tem maior liberdade para desenvolver devido ao fato que é ele é praticamente um novo site independente.

Agora se desenvolvermos o site do zero, o site responsivo pode ser a melhor solução, pois conseguimos fazer um estudo e uma analise de como os elementos vão se comportar para cada tamanho de tela.

Fonte: WebCis

De lazer à necessidade: a refeição fora de casa

O desafio é administrar bem para enfrentar a concorrência e manter o negócio lucrativo, utilizando-se cada vez mais recursos tecnológicos na automação de processos e controles gerenciais.

“A refeição fora de casa deixou de ser uma opção de lazer e passou a ser uma questão de necessidade. É uma tendência dentro do que se pode chamar de terceirização dos serviços familiares acompanhada pelo surgimento de outros serviços como venda de comida congelada, entrega de pizzas a domicílio e lavanderias rápidas. Pois são serviços que surgiram recentemente e que, tradicionalmente, dentro do lar, eram executados pelas mulheres, as quais, em função do novo papel assumido no contexto atual da sociedade, buscam a independência econômica e a realização profissional por meio de um trabalho remunerado, bem como pela forte necessidade de auxílio financeiro familiar vivenciado na atualidade em virtude das diversas ocorrências políticas e governamentais que vieram a alterar as necessidades básicas de sobrevivência e bem-estar da humanidade, deixando desta forma, de exercer tais atividades domésticas caracterizadas como não lucrativas.

Ainda, existe um outro tipo de público que pode optar pelo restaurante diariamente por uma questão de comodidade não se interessando pela contabilidade mais vantajosa. Preferem não lidar com a empregada em casa ou ter de ir ao supermercado para fazer a compra mensal e ainda correr o risco de prejuízos quanto à perecibilidade dos alimentos em virtude do consumo inapropriado ou pela divergência entre a quantidade realmente consumida e a adquirida.

Um outro cliente merecedor de destaque é o de terceira idade, o qual come pouco e não se dispõe a fazer comida em casa pelo fato da não compensação relacionada ao trabalho e tempo desperdiçados em relação à pequena quantidade de comida que é necessária ser processada.

Nos finais de semana e feriados, entretanto, a refeição fora de casa é tida como uma opção de lazer. Representa, em alguns restaurantes, um movimento maior necessitando de um cardápio mais requintado com preços também diferenciados.”

Fonte: Trecho extraído da dissertação de mestrado de Isabela Laginski Lippel.

Vendas 2.0: Aprender para Atuar

No cenário atual existe um mercado dividido entre os profissionais de vendas que utilizam as redes sociais para vender efetivamente e os que utilizam modelos de vendas tradicionais, perdendo muito tempo e grandes oportunidades prospectando por meio de ligações e e-mails.

Migramos da 1a. Geração de internet, vendas 1.0 para 2a. Geração, vendas 2.0.

Para que possamos entender melhor o universo das Vendas 2.0, precisamos conhecer a definição da Web 2.0. Segundo a wikipédia, Web 2.0 é um termo popularizado a partir de 2004 pela empresa american O’Reilly Media para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a “Web como plataforma”, envolvendo wikis, aplicativos, redes sociais, blogs e Tecnologia da Informação. Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores, ou seja, o ambiente de interação e participação que hoje engloba inúmeras linguagens e motivações.

O movimento das Vendas 2.0 começa quando os profissionais passam a usar estas ferramentas da Web 2.0 durante o processo de vendas.

O que nos mostram pesquisas e textos escritos por vários especialistas é que a diferença entre as ferramentas utilizadas é a efetividade.

Fica impossível ignorar o impacto que as redes sociais estão causando nas vendas. O networking (rede de contatos) que no passado era feito pessoalmente em feiras, eventos, conferências etc, hoje já acontecem online e muitas indicações são feitas através das redes sociais.

A triste notícia é que os profissionais de vendas que se negam a reconhecer as redes sociais como uma nova forma de vender não vendem tão efetivamente como poderiam.

Temos que admitir que o comportamento do consumidor mudou. E este novo consumidor está sempre muito ocupado e a forma dele agilizar sua vida é através de um smartphone onde está sempre conectado.

Podendo encontrar qualquer informação a qualquer momento que desejar utilizando apenas um site de busca (Ex: Google) ou consultando um amigo em redes sociais e aplicativos, ele pode pesquisar sobre seu produto ou do concorrente antes mesmo de conversar com um representante de vendas.

O processo de vendas agora, começa nas redes sociais. Muitas das decisões de compra são feitas antes que haja qualquer envolvimento de um representante de vendas. Além disso, o comprador não tem mais uma razão para chamar um profissional de vendas durante a fase de pesquisa.

Os laços entre marcas e usuários se estreitam ainda mais, tornando o relacionamento uma receita para prospecção.

O Social Selling ou Venda Social (segundo a Wikipédia) é o processo de desenvolver relacionamentos como parte do processo de vendas. Hoje isso ocorre muitas vezes através de redes sociais como Linkedin, Twitter, Facebook e Pinterest, mas pode acontecer online ou offline.

Resumindo, é a utilização das redes sociais para gerar leads (obtenção de informações e qualificação dos contatos), como o objetivo de reduzir os esforços de vendas com mais efetividade.

O social selling, tem mudado a relação comprador x vendedor, o que traz uma série de desafios para os profissionais de vendas. “ Os vendedores que já se atualizaram mais rapidamente estão em vantagem”.

Conexões sociais e atenção às necessidades dos clientes caracterizam os novos vendedores especialmente em vendas para a geração Y que são os consumidores até 31 anos de idade conforme tabela abaixo com algumas características das gerações:

geracao-x-y-z

geracao-x-y-z2

Os compradores não tem paciência para as táticas de vendas já consagradas. Vendas padronizadas é sinal que os vendedores não os entende.

E você? Está atuante nas vendas sociais? Ou vai deixar para seu concorrente?

Em nossas empresas temos que aplicar o social selling na condição de compradores e e principalmente na de vendedores.

Como podemos compreender melhor o novo comprador e o novo vendedor? Aí devemos nos aprofundar mais e será assunto para um próximo tema.

Fontes:
Livro digital “Venda Social: O Guia para as Vendas 2.0″ por Felipe Matheus
Revista HSM Management Edição 117
oficinadanet.com.br

Operação Veraneio 2017: Fazenda identifica 850 estabelecimentos irregulares no Estado

Auditores fiscalizaram cerca de 1.000 lojas no litoral de Santa Catarina

A Secretaria de Estado da Fazenda registrou irregularidades fiscais em 850 estabelecimentos durante a Operação Veraneio 2017, realizada nos dias 17 e 18 de janeiro. O número corresponde a 85% das lojas visitadas. A fiscalização foi realizada nas cidades das Gerências Regionais da Fazenda em Joinville, Itajaí, Florianópolis, Tubarão​, Criciúma​ e Araranguá.

As irregularidades observadas pelos 100 auditores fiscais que participaram da operação foram: uso de equipamento para pagamento com cartão de crédito/débito com CNPJ diverso ao estabelecimento, inobservância da obrigatoriedade de uso do ECF (Emissor de Cupom Fiscal), uso de calculadora eletrônica impressora no ponto de venda, uso de Programa Aplicativo PAF-ECF que não observa a Especificação de Requisitos correta e estabelecimento sem inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS ou inativos.

“​Este percentual elevado era previsto, pois este ano a Gerência de Fiscalização da SEF, em conjunto com a Gerência de Sistemas Tributários, identificou cerca de 4.000 contribuintes cujas informações relativas às vendas realizadas por meio de cartões de crédito e débito não foram apresentadas no exercício de 2016, ou foram apresentadas ​de forma parcial”, afirmou o coordenador do Grupo Especialista Setorial em Automação Comercial, Sérgio Pinetti.

Apenas no Sul do Estado,​ dois auditores fiscais identificaram ​30 irregularidades em estabelecimentos de Jaguaruna, Sangão e Morro da Fumaça. Entre os registros,​ 26 máquinas ​não permitidas pela pela legislação, três calculadoras e uma máquina de cartão de crédito de terceiros foram apreendidas.

“O resultado está dentro do esperado e demonstra a importância da presença do Fisco para regular o comércio varejista e garantir um ambiente concorrencial justo e legalizado”, destaca Rogério Mello, gerente de Fiscalização da Fazenda catarinense.

Segundo ele, observou-se também um aumento na prática de fraudes por empresas do Simples Nacional com o objetivo de reduzir indevidamente o faturamento e permanecer no regime de tributação diferenciado. Desta forma, a Administração Tributária de Santa Catarina, através da Gerência de Fiscalização, tomará as medidas legais previstas para o desenquadramento destes contribuintes, que perderão o benefício fiscal.​

Combate à sonegação – A Operação Veraneio vem sendo realizada anualmente pela Secretaria de Estado da Fazenda. Em 2016, 27% dos 908 estabelecimentos fiscalizados apresentaram algum tipo de irregularidade, número ainda alto. A operação é a primeira de 2017 e a Gerência de Fiscalização pretende incrementar o rigor e a quantidade das atividades de fiscalização presencial ao longo do ano. O objetivo é reduzir a prática das fraudes, o que consequentemente tem impacto na arrecadação e garante a concorrência saudável e legal entre os contribuintes. Em 2016, a Fazenda realizou 270 operações, incluindo ações presenciais no varejo e no trânsito de mercadorias e auditorias internas, realizadas a partir do cruzamento de dados existentes no Sistema de Administração Tributária (SAT).

Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina

Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

Que a paz e a compreensão reinem em nossos corações neste Natal e no Ano Novo que se aproxima.

São os votos da Equipe Datamais.

Parabenizamos a ASSESPRO-SC pelos 30 anos

A Datamais marcou presença nos 30 Anos da ASSESPRO-SC. Evento realizado em 23/11/2016 em Balneário Camboriú com jantar no Aroma Gourmet.

Parabenizamos a ASSESPRO-SC pelos 30 anos e desejamos que continue atuante e fazendo história com muitas lutas e conquistas para o setor de tecnologia da informação.

Em meio a muitas homenagens, fomos presenteados com a presença do 1o. Presidente da Assespro que compartilhou com todos os presentes a retrospectiva da história da ASSESPRO-SC.