Bloco X – Novos Prazos

O Bloco X que deveria entrar em vigor dia 01/07 deverá ser prorrogado, conforme pedidos de prorrogação da Assespro / SC e outras entidades.
Segundo o SEFAZ os novos prazos deverão ser definidos por ramo de atividade dos contribuintes. Em breve será publicado oficialmente os novos prazos.
Segundo as últimas informações os prazos deverão seguir a seguinte ordem:
1º segmento: “Postos de Combustíveis”, previsto para SETEMBRO/2017
2º segmento: Supermercados ou Magazines / lojas de departamentos, previsto para MARÇO/2018
Os demais segmentos devem enviar seus arquivos até SETEMBRO/2018

Quais as diferenças entre SAT, ECF, NFC-e e NF-e?

A falta de emissão de nota fiscal pode causar sérios problemas aos empresários, mas muitos não sabem muita coisa sobre o assunto e acabam deixando tudo nas mãos do contador. É claro que esse apoio é importante, mas também é preciso conhecer alguns detalhes e adotar práticas que possam evitar dor de cabeça mais tarde. Estar atento às obrigações da empresa é extremamente necessário e, por isso, todo empreendedor deveria conhecer as diferenças entre os tipos e notas e cupons fiscais eletrônicos.

NF-e
A Nota Fiscal Eletrônica é a boa e velha NF-e, emitida e armazenada de maneira eletrônica e serve para oficializar as operações de circulação de mercadorias ou de prestação de serviços. A NF-e não deve ser vista como um empecilho burocrático, mas como um documento que pode ajudar muito na tomada de decisões gerenciais, já que ela está cheia de informações precisas e preciosas sobre seus clientes e fornecedores. Estamos acostumados a ver a NF-e quando vendemos ou compramos produtos. É representado por um arquivo XML e é identificada unicamente pela Chave de Acesso, um número de 44 dígitos.

ECF
É o sistema Emissor de Cupom Fiscal. Ele é ligado à impressora fiscal e possui um certificado digital próprio. Parece uma impressora comum, mas mantém tem uma memória para armazenar os cupons fiscais criados. É considerada de baixa segurança fiscal. Saiba mais no site da Sefaz-SP.

SAT ou SAT/CF-e
É a sigla para Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos. Esse sistema está operando desde novembro de 2014 e serve para documentar de forma eletrônica todos os arquivos e operações do comércio de varejo no Estado. Ele substitui as emissoras de cupons ficais (ECF) e deixa os trâmites legais dos tributos mais simples.
Não é preciso estar conectado a internet o tempo todo para que ele funcione. A transmissão das informações pode ser feita periodicamente para a Secretaria da Fazenda. Um único aparelho pode atender várias lojas.

NFC-e
Veio para substituir a necessidade da ECF, que dependia de impressoras homologadas pelo governo e eram mais caras. A cada venda as informações são transmitidas para a Secretaria da Fazenda e esses dados podem ser consultados depois. O objetivo do uso da NFC-e é extinguir o cupom fiscal, dar mais segurança e agilidade para o fisco e também para o comerciante.
Segue a mesma estrutura da NF-e, com pequenas diferenças de informações e regras, mas idêntica em muitos pontos.
A emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica também segue as mesmas regras da NF-e, precisando ter o certificado digital no padrão ICP Brasil e o CNPJ da empresa. Para usar o sistema é preciso estar conectado è internet, já que a transmissão de informações é simultânea. A empresa precisa estar cadastrada como emitente de nota fiscal eletrônica e com a inscrição estadual regularizada.
Também é necessário ter o equipamento do SAT ativo. Para não ter erros com códigos de mercadoria ou com a tributação, falta do XML das notas fiscais de entrada ou crédito indevido de ICMS é preciso usar um software de qualidade.

Obrigações fiscais
As obrigações de cada empresa podem variar conforme o ramo de atuação e o Estado em que ela está operando, por isso é importante consultar seu contador ou a própria Secretaria da Fazenda. No entanto, independente do tipo de documento que você deva usar, é importante lembrar que eles precisam obrigatoriamente ser armazenados por pelo menos cinco anos – caso contrário pode vir multa. Vale lembrar que não é lá muito seguro guardar todos os arquivos em uma pasta no seu computador, primeiro porque a organização seria dificílima, mas também porque se a máquina queimar, você corre o risco de perder tudo.

Fonte: arquivei.com.br

Qual a diferença entre site responsivo e site mobile?

Hoje em dia possuímos dois tipos de sites para celulares e dispositivos móveis, são eles:

O site responsivo, e o site mobile, cada um deles possui características próprias tanto no momento de criação quanto no funcionamento.

Sites Responsivos:
O site responsivo se adapta automaticamente em qualquer dispositivo que o usuário esteja visualizando com base no tamanho da tela em que o site é exibido, ou seja não importa em qual tipo de dispositivo o site seja acessado sejam eles computadores desktops, notebooks, smartphones, tablets, TVs o site será exibido da melhor maneira para aquele dispositivo.

Como funciona um site responsivo?
No site responsivo todos os elementos são reorganizados através de css / html utilizando um sistema conhecido como “media queries” aonde podemos alterar as propriedades dos elementos em um ou mais tamanhos de tela especificados pelo desenvolvedor.

Site Mobile:
O site mobile é um site que como o nome diz é um site próprio para dispositivos móveis sejam eles smartphones ou tablets, então são sites que se adaptam a todos os dispositivos móveis independente do tamanho de tela, mas são sites que não são visualizados em computadores desktop ou notebooks, ou seja o site mobile reconhece o tipo de dispositivo que o usuário está utilizando, e direciona para o site que se adaptara em de uma melhor forma.

Como funciona um site mobile?
O site mobile é um site diferente do site original, e exatamente um segundo site. Os arquivos do site como imagens e scripts podem até ter o mesmo caminho dependendo do caso, porém os arquivos html são outros, inclusive alguns sites mobiles ficam em subdomínio,como por exemplo o site da globo quando você acessa o site de um celular o site fica com o endereço “m.globo.com”.

Como eu sei quando usar um site responsivo ou mobile?
O tipo de site que devemos utilizar depende muito do projeto que vamos trabalhar.

Se precisamos trabalhar em um site que já está pronto, o site mobile talvez seja a melhor opção, pois com o site mobile você tem maior liberdade para desenvolver devido ao fato que é ele é praticamente um novo site independente.

Agora se desenvolvermos o site do zero, o site responsivo pode ser a melhor solução, pois conseguimos fazer um estudo e uma analise de como os elementos vão se comportar para cada tamanho de tela.

Fonte: WebCis

De lazer à necessidade: a refeição fora de casa

O desafio é administrar bem para enfrentar a concorrência e manter o negócio lucrativo, utilizando-se cada vez mais recursos tecnológicos na automação de processos e controles gerenciais.

“A refeição fora de casa deixou de ser uma opção de lazer e passou a ser uma questão de necessidade. É uma tendência dentro do que se pode chamar de terceirização dos serviços familiares acompanhada pelo surgimento de outros serviços como venda de comida congelada, entrega de pizzas a domicílio e lavanderias rápidas. Pois são serviços que surgiram recentemente e que, tradicionalmente, dentro do lar, eram executados pelas mulheres, as quais, em função do novo papel assumido no contexto atual da sociedade, buscam a independência econômica e a realização profissional por meio de um trabalho remunerado, bem como pela forte necessidade de auxílio financeiro familiar vivenciado na atualidade em virtude das diversas ocorrências políticas e governamentais que vieram a alterar as necessidades básicas de sobrevivência e bem-estar da humanidade, deixando desta forma, de exercer tais atividades domésticas caracterizadas como não lucrativas.

Ainda, existe um outro tipo de público que pode optar pelo restaurante diariamente por uma questão de comodidade não se interessando pela contabilidade mais vantajosa. Preferem não lidar com a empregada em casa ou ter de ir ao supermercado para fazer a compra mensal e ainda correr o risco de prejuízos quanto à perecibilidade dos alimentos em virtude do consumo inapropriado ou pela divergência entre a quantidade realmente consumida e a adquirida.

Um outro cliente merecedor de destaque é o de terceira idade, o qual come pouco e não se dispõe a fazer comida em casa pelo fato da não compensação relacionada ao trabalho e tempo desperdiçados em relação à pequena quantidade de comida que é necessária ser processada.

Nos finais de semana e feriados, entretanto, a refeição fora de casa é tida como uma opção de lazer. Representa, em alguns restaurantes, um movimento maior necessitando de um cardápio mais requintado com preços também diferenciados.”

Fonte: Trecho extraído da dissertação de mestrado de Isabela Laginski Lippel.

Vendas 2.0: Aprender para Atuar

No cenário atual existe um mercado dividido entre os profissionais de vendas que utilizam as redes sociais para vender efetivamente e os que utilizam modelos de vendas tradicionais, perdendo muito tempo e grandes oportunidades prospectando por meio de ligações e e-mails.

Migramos da 1a. Geração de internet, vendas 1.0 para 2a. Geração, vendas 2.0.

Para que possamos entender melhor o universo das Vendas 2.0, precisamos conhecer a definição da Web 2.0. Segundo a wikipédia, Web 2.0 é um termo popularizado a partir de 2004 pela empresa american O’Reilly Media para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a “Web como plataforma”, envolvendo wikis, aplicativos, redes sociais, blogs e Tecnologia da Informação. Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores, ou seja, o ambiente de interação e participação que hoje engloba inúmeras linguagens e motivações.

O movimento das Vendas 2.0 começa quando os profissionais passam a usar estas ferramentas da Web 2.0 durante o processo de vendas.

O que nos mostram pesquisas e textos escritos por vários especialistas é que a diferença entre as ferramentas utilizadas é a efetividade.

Fica impossível ignorar o impacto que as redes sociais estão causando nas vendas. O networking (rede de contatos) que no passado era feito pessoalmente em feiras, eventos, conferências etc, hoje já acontecem online e muitas indicações são feitas através das redes sociais.

A triste notícia é que os profissionais de vendas que se negam a reconhecer as redes sociais como uma nova forma de vender não vendem tão efetivamente como poderiam.

Temos que admitir que o comportamento do consumidor mudou. E este novo consumidor está sempre muito ocupado e a forma dele agilizar sua vida é através de um smartphone onde está sempre conectado.

Podendo encontrar qualquer informação a qualquer momento que desejar utilizando apenas um site de busca (Ex: Google) ou consultando um amigo em redes sociais e aplicativos, ele pode pesquisar sobre seu produto ou do concorrente antes mesmo de conversar com um representante de vendas.

O processo de vendas agora, começa nas redes sociais. Muitas das decisões de compra são feitas antes que haja qualquer envolvimento de um representante de vendas. Além disso, o comprador não tem mais uma razão para chamar um profissional de vendas durante a fase de pesquisa.

Os laços entre marcas e usuários se estreitam ainda mais, tornando o relacionamento uma receita para prospecção.

O Social Selling ou Venda Social (segundo a Wikipédia) é o processo de desenvolver relacionamentos como parte do processo de vendas. Hoje isso ocorre muitas vezes através de redes sociais como Linkedin, Twitter, Facebook e Pinterest, mas pode acontecer online ou offline.

Resumindo, é a utilização das redes sociais para gerar leads (obtenção de informações e qualificação dos contatos), como o objetivo de reduzir os esforços de vendas com mais efetividade.

O social selling, tem mudado a relação comprador x vendedor, o que traz uma série de desafios para os profissionais de vendas. “ Os vendedores que já se atualizaram mais rapidamente estão em vantagem”.

Conexões sociais e atenção às necessidades dos clientes caracterizam os novos vendedores especialmente em vendas para a geração Y que são os consumidores até 31 anos de idade conforme tabela abaixo com algumas características das gerações:

geracao-x-y-z

geracao-x-y-z2

Os compradores não tem paciência para as táticas de vendas já consagradas. Vendas padronizadas é sinal que os vendedores não os entende.

E você? Está atuante nas vendas sociais? Ou vai deixar para seu concorrente?

Em nossas empresas temos que aplicar o social selling na condição de compradores e e principalmente na de vendedores.

Como podemos compreender melhor o novo comprador e o novo vendedor? Aí devemos nos aprofundar mais e será assunto para um próximo tema.

Fontes:
Livro digital “Venda Social: O Guia para as Vendas 2.0″ por Felipe Matheus
Revista HSM Management Edição 117
oficinadanet.com.br

Operação Veraneio 2017: Fazenda identifica 850 estabelecimentos irregulares no Estado

Auditores fiscalizaram cerca de 1.000 lojas no litoral de Santa Catarina

A Secretaria de Estado da Fazenda registrou irregularidades fiscais em 850 estabelecimentos durante a Operação Veraneio 2017, realizada nos dias 17 e 18 de janeiro. O número corresponde a 85% das lojas visitadas. A fiscalização foi realizada nas cidades das Gerências Regionais da Fazenda em Joinville, Itajaí, Florianópolis, Tubarão​, Criciúma​ e Araranguá.

As irregularidades observadas pelos 100 auditores fiscais que participaram da operação foram: uso de equipamento para pagamento com cartão de crédito/débito com CNPJ diverso ao estabelecimento, inobservância da obrigatoriedade de uso do ECF (Emissor de Cupom Fiscal), uso de calculadora eletrônica impressora no ponto de venda, uso de Programa Aplicativo PAF-ECF que não observa a Especificação de Requisitos correta e estabelecimento sem inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS ou inativos.

“​Este percentual elevado era previsto, pois este ano a Gerência de Fiscalização da SEF, em conjunto com a Gerência de Sistemas Tributários, identificou cerca de 4.000 contribuintes cujas informações relativas às vendas realizadas por meio de cartões de crédito e débito não foram apresentadas no exercício de 2016, ou foram apresentadas ​de forma parcial”, afirmou o coordenador do Grupo Especialista Setorial em Automação Comercial, Sérgio Pinetti.

Apenas no Sul do Estado,​ dois auditores fiscais identificaram ​30 irregularidades em estabelecimentos de Jaguaruna, Sangão e Morro da Fumaça. Entre os registros,​ 26 máquinas ​não permitidas pela pela legislação, três calculadoras e uma máquina de cartão de crédito de terceiros foram apreendidas.

“O resultado está dentro do esperado e demonstra a importância da presença do Fisco para regular o comércio varejista e garantir um ambiente concorrencial justo e legalizado”, destaca Rogério Mello, gerente de Fiscalização da Fazenda catarinense.

Segundo ele, observou-se também um aumento na prática de fraudes por empresas do Simples Nacional com o objetivo de reduzir indevidamente o faturamento e permanecer no regime de tributação diferenciado. Desta forma, a Administração Tributária de Santa Catarina, através da Gerência de Fiscalização, tomará as medidas legais previstas para o desenquadramento destes contribuintes, que perderão o benefício fiscal.​

Combate à sonegação – A Operação Veraneio vem sendo realizada anualmente pela Secretaria de Estado da Fazenda. Em 2016, 27% dos 908 estabelecimentos fiscalizados apresentaram algum tipo de irregularidade, número ainda alto. A operação é a primeira de 2017 e a Gerência de Fiscalização pretende incrementar o rigor e a quantidade das atividades de fiscalização presencial ao longo do ano. O objetivo é reduzir a prática das fraudes, o que consequentemente tem impacto na arrecadação e garante a concorrência saudável e legal entre os contribuintes. Em 2016, a Fazenda realizou 270 operações, incluindo ações presenciais no varejo e no trânsito de mercadorias e auditorias internas, realizadas a partir do cruzamento de dados existentes no Sistema de Administração Tributária (SAT).

Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina

Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

Que a paz e a compreensão reinem em nossos corações neste Natal e no Ano Novo que se aproxima.

São os votos da Equipe Datamais.

Parabenizamos a ASSESPRO-SC pelos 30 anos

A Datamais marcou presença nos 30 Anos da ASSESPRO-SC. Evento realizado em 23/11/2016 em Balneário Camboriú com jantar no Aroma Gourmet.

Parabenizamos a ASSESPRO-SC pelos 30 anos e desejamos que continue atuante e fazendo história com muitas lutas e conquistas para o setor de tecnologia da informação.

Em meio a muitas homenagens, fomos presenteados com a presença do 1o. Presidente da Assespro que compartilhou com todos os presentes a retrospectiva da história da ASSESPRO-SC.

Datamais – 20 anos

Muitos anos se passaram desde que tudo começou.

Foram muitos desafios superados, sonhos realizados, muitas mudanças e momentos marcantes que nos trouxeram até aqui.

E nesta trajetória, temos o privilégio de fazer todos os dias um trabalho gratificante movidos pela paixão pelo que fazemos.

A todos clientes que acreditaram e acreditam no nosso trabalho, nosso muito obrigado!

Aos nossos colaboradores que são profissionais talentosos que aceitam o desafio de superar os obstáculos e buscam ser cada dia melhores, agradecemos por fazerem parte de nossa história.

Parabéns Datamais pelos 20 anos!

Prorrogação do CEST (Código Especificador da Substituição Tributária)

Foi prorrogado de 01/10/2016 para 01/07/2017, o início da obrigatoriedade de indicação do CEST no documento fiscal que acobertar a operação com as mercadorias que especifica, independentemente de a operação, mercadoria ou bem estarem sujeitos aos regimes de substituição tributária ou de antecipação do recolhimento do imposto.

O Convênio ICMS 090/2016 alterou o § 1° da cláusula terceira do Convênio ICMS 092/2015 que dispõe de documentos, sendo aplicado neste caso a prorrogação para 01/07/2017 tanto para NF-e quanto para cupom fiscal.

A prorrogação trouxe uma certa tranquilidade tanto para os desenvolvedores e contadores quanto para os usuários que poderão trabalhar com mais calma, porém a sugestão é que as empresas não deixe para a última hora.

A classificação fiscal e a atribuição dos impostos incidentes deve ser precisa na hora de definir se determinado item está ou não sujeito à ST (Substituição Tributária). O enquadramento incorreto da NCM pode incorrer na definição errada da ST e para que isso não ocorra, sugerimos que seja efetuada uma revisão em todos os itens do cadastro de produtos para que as NCM fiquem de acordo e com correta atribuição do CEST.