O que conta na hora de investir no sistema para sua empresa

Escolher um sistema que automatizará as rotinas da empresa e gerará informações cruciais para a gestão do negócio é uma tarefa que requer dedicação e paciência, afinal é o tipo de aquisição que não se faz todos os dias e, quando feita, demanda investimento significativo em treinamento e adaptação do software à empresa e da empresa ao software.

Ao adotar um sistema admite-se que haverá mudanças culturais dentro do estabelecimento no que diz respeito à forma de gestão e operação das rotinas diárias.

Uma vez implantado e superadas as dificuldades iniciais, o software passa a fazer parte do cotidiano de todos e fica incorporado à cultura da empresa.

O sistema de gestão fará parte da operação da empresa como outras ferramentas e equipamentos e para que sua escolha seja o mais acertada possível deve-se considerar aspectos como:


Experiência

Significa, basicamente, perguntar-se o quanto a produtora do software conhece do ramo de atividade no qual sua empresa está inserido.

É preciso saber se quem produz e revende o sistema é capaz de entender com profundidade as necessidades de quem utilizará o sistema e se tem interesse legítimo em permanecer neste mercado ou se apenas “vende também” para este mercado.

A experiência também é importante porque o sistema inevitavelmente incorporará conhecimentos que serão úteis para a sua empresa.


Adaptabilidade/Aderência

Não existem dois estabelecimentos exatamente iguais, pois os gestores e situações envolvidas não se repetem.

Sendo assim, um sistema tem um nível de aderência para cada estabelecimento e quanto mais perto de 100% melhor.

Não tendo 100% de aderência é importante saber o quanto a produtora está disposta a ajustar o sistema para atingir às necessidades da sua empresa.


Suporte

Esta talvez seja a questão mais importante a ser considerada no momento da compra.

É preciso saber como sua empresa será atendida no caso de problemas de diversas naturezas que podem vir a ocorrer. O contrato de manutenção deve especificar claramente o que é coberto por ele.

O suporte é sempre o ponto crítico a ser considerado. A operação da empresa não pode parar por falta de suporte.

Não é incomum ouvirmos a frase “o sistema está fora” quando estamos aguardando o faturamento de uma carga, esperando na fila do banco, do mercado ou de uma loja.

Uma vez implantando e em uso o sistema é um ponto sensível e, muito frequentemente, é impossível manter a operação da empresa sem ele.


Custo

O custo de um sistema deve ser, para as empresas, posto em perspectiva. A questão aqui talvez não seja tanto o quanto o sistema custa e sim o quanto ele vale.

Relatos de empresas dos mais variados ramos de atividade dão conta de que sistemas de gestão e automatização de processos se pagam rapidamente.

A experiência também mostra que a automatização de processos traz resultados mais rápidos quando se fala de retorno sobre o investimento. Já os resultados dos sistemas de gestão demoram um pouco mais para serem percebidos. Talvez porque requeiram gestores preparados para extraírem o melhor do sistema.


Continuidade/Atualização

Empresas de todos os ramos de atividade iniciam e encerram atividades constantemente, e isso ocorre também com as produtoras de sistemas.

Assim, é prudente entender se estamos adquirindo um produto que, ao longo do tempo, se manterá no mercado e se a produtora será capaz de mantê-lo atualizado tecnológica e legalmente.


Legislação

Sistemas precisam atender à legislação em vigor em âmbito federal, estadual e municipal.

O não atendimento dos requisitos legais acarreta prejuízos para a produtora do sistema e também para o comprador, que neste caso específico é o que importa.

Então é importante assegurar-se de que se o sistema for utilizado para emissão de documentos fiscais como Cupom Fiscal (CF), Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e), Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal Eletrônica de Consumidor (NFC-e) ou SAT, o sistema deve atender os dispositivos legais, ser devidamente homologado (PAF-ECF), bem como ter a capacidade de manter-se atualizado.

Regime tributário: faça a escolha certa

O processo de escolha de qual regime tributário é o melhor para o seu negócio deve ser feito com cautela, pois, é a partir desta decisão que será definido como será o relacionamento entre empresa, fisco e Sefaz.

Regime tributário é o conjunto de normas e leis que define a forma de tributação das empresas, determinando como será realizada a cobrança de impostos conforme o volume de arrecadação.

A definição do regime a ser usado varia de acordo com o tipo de negócio e faturamento.

Não há um modelo ideal de tributação que possa ser utilizado para todas as empresas, já que cada um possui suas particularidades. Empresas do mesmo ramo de negócio podem ter regimes diferentes de acordo com a viabilidade.

A maneira mais correta na hora de decidir é fazer uma análise de cada opção através de uma consulta detalhada junto ao contador para se evitar erros.

Uma escolha errada pode trazer aumento da carga tributária nos negócios.

Tipos de regimes tributários: Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido


Simples Nacional

Este regime é indicado para microempresas ou empresas de pequeno porte. A sua proposta é simplificar a burocracia para estas organizações, de forma a reduzir a carga tributária e unificar os impostos em uma única guia a pagar, tanto Municipais, quanto Estaduais e Federais.
Este regime apresenta alíquotas reduzidas, pois há a união de oito impostos e contribuições: PIS, Cofins, IPI, ICMS, CSLL, ISS, Imposto de Renda da pessoa jurídica e, em alguns casos, INSS patronal.

O valor do faturamento para enquadramento no Simples Nacional até 31.12.2017 é de R$ 3.600.000,00 anual. Para 2018, o limite da receita bruta passa para R$ 4.800.000,00 por ano.

A opção pelo Regime para empresas que já estão em atividade somente poderá ser realizada até o último dia útil do mês de janeiro. Para empresas que iniciaram sua atividade em outro mês diferente de janeiro, poderão aderir em qualquer mês, desde que não ultrapasse 180 dias da liberação do cadastro de CNPJ.

Para se enquadrar nesse regime, além da avaliação do faturamento anual da empresa e o obedecimento do prazo para adoção, é preciso verificar se o tipo de atividade da empresa é permitido pelo Simples e se o sócio não possui restrição que impeça de aderir ao regime.


Lucro Real

A apuração dos impostos pelas empresas que optam por este regime é baseado no faturamento mensal ou trimestral da empresa e o cálculo dos impostos incide sobre o lucro efetivo da mesma. A apuração dos resultados se baseia no cálculo das receitas subtraindo as despesas e custos.

Para alguns tipos de empresas a opção por este regime se torna obrigatória em razão da atividade exercida, negócios como: bancos comerciais, sociedades de créditos, corretoras de Títulos, factoring, investimentos e financiamentos. Incluindo também aquelas empresas cujo Faturamento Bruto Anual seja superior a R$ 48 milhões.

Diferente do SIMPLES, este regime não tem a proposta de simplificar a apuração dos tributos e as declarações. As alíquotas dos impostos não possuem seus valores reduzidos, sendo alíquotas diferenciadas para cada operação com guias para recolhimento dos impostos individualizadas.
Ao optar por este regime, o empresário deve estar atento para o cumprimento das obrigações acessórias e deve preocupar em manter todos os lançamentos financeiros de receitas e despesas contábeis em dia e comprovados.

Esse fato se dá pelo motivo da Receita Federal exigir que, neste regime, o Lucro apurado seja declarado por meio das obrigações acessórias como o Sped Contábil, LALUR, Inventário, Demonstrativo de Resultados (DRE), Relatório de Lançamentos no Caixa, ECF, entre outras declarações.

Normalmente esse regime é adotado por empresas de grande porte devido à necessidade de maior controle, planejamento e conhecimento técnico.


Lucro Presumido

Neste regime, visando simplificar o cálculo dos impostos, é utilizado um valor de “Lucro Presumido”.

De forma mais clara, a Receita Federal presume qual será o Lucro da empresa baseado na atividade exercida, gerando um valor médio de lucro e alíquota que estas empresas teriam que pagar. Uma vez que a legislação estabelece as alíquotas a serem usadas para os cálculos baseadas no faturamento da empresa e por atividade exercida.

Este regime é indicado para a empresa cujo faturamento anual seja menor que R$ 78 milhões e maior que R$ 4 milhões.

Diferente de outros tipos de regimes tributários, como o Lucro Real, as empresas que atuam no mercado financeiro (corretoras, bancos, factoring, entre outras) não podem se enquadrar nesse regime.

A opção por este regime pode ser realizada no ano da constituição da empresa, desde que o valor da receita bruta não ultrapasse o limite anual.

Como no Lucro Real, a empresa que opta por este regime tem que pagar várias guias específicas e diversas declarações acessórias, mas, mesmo assim, é o regime tributário com mais empresas enquadradas no Brasil, perdendo somente para o Simples Nacional, pois ele acaba gerando menos impostos e obrigações acessórias que o Lucro Real.

É importante conhecer os tipos de regimes tributários para escolher o melhor.

E para fazer uma boa escolha é muito importante saber diferenciar os tipos de regimes tributários, pois isso será fundamental para gerar menos impactos financeiros para a empresa e obedecer aos critérios estabelecidos pelo fisco.

Lembrando que a escolha não precisa ser eterna. A opção deve ser reavaliada a cada início de ano porque a situação da empresa pode mudar de um ano para o outro. Nestes casos, é provável que uma troca de regime de tributação pode ser vantajosa.


Fontes: Pequenas empresas & Grandes negócios | conube.com.br | infovarejo.com.br

Como aumentar a relevância com o Google

Conteúdo relevante

Tente criar conteúdos relevantes para o seu site, com o conceito de entregar informações valiosas, de maneira consistente, para seus seguidores. Este conteúdo deve ser produzido visando se aproximar do cliente e sanar suas dúvidas/objeções e dicas ao longo do funil de vendas, mas sem intenção comercial direta, e sim educacional.

O que você publica também propicia melhores posições nos resultados na busca por palavras-chave.


Quem aparece primeiro nos resultados?

Um cliente satisfeito é um usuário que retorna. Da mesma forma, um usuário do Google que encontra rapidamente o que procura é um usuário que tende a voltar ao mesmo lugar para fazer novas buscas. O Google procura oferecer aos usuários resultados mais relevantes à busca realizada. Quanto maior for a relevância da busca com os resultados exibidos, maior a probabilidade do resultado ser a resposta que eles procuram.


A relevância do ponto de vista do Google

O Google classifica os sites nos resultados de busca com base no seu algoritmo. Há 200 variáveis, aproximadamente, segundo fontes do Google, que são utilizadas no cálculo da relevância. A cada busca realizada por um internauta para uma determinada palavra-chave, o Google calcula quais os sites de seu índice a serem exibidos para aquela que foi determinada. Assim, ele apresenta quais os sites mais relevantes à pesquisa efetuada pelo usuário. Podemos citar como fatores importantes para definir a relevância de seu site para a busca de determinadas palavras-chave, os seguinte itens:


Fatores externos de relevância:

– Quantidade de sites relacionados à palavra-chave contendo links para o seu site: Sites cujo principal tema é “cachorros” apontando para a sua página que fala de cachorros ajuda a melhorar o posicionamento dessa página para buscas relacionadas a cães;
– Qualidade e peso desses sites: Um link de um site importantíssimo de cães apontado para a sua página e cães conta muito mais do que uma grande quantidade de links e sites sem importância;
– O texto deve estar contido no link;


Fatores internos de relevância:

– Quantidade de páginas falando da palavra-chave;
– Pelo menos uma página focada nessa palavra-chave – título, texto, imagens, etc;
– O título dessa página deve ser claro e direto, mencionando a palavra-chave;

Com base nesses e outros fatores, o Google consegue definir a relevância de seu site em relação às palavras-chave buscadas por usuários.

O Google aprimora constantemente o seu algoritmo, tornando-o cada vez menos vulnerável a técnicas manipuladoras. Para ter um bom posicionamento nos resultados, dê relevância às palavras-chave, pois isso fará com que seu site apareça bem ranqueado. Crie um site rico em conteúdo, que seja único, interessante e consiga links de sites relacionados ao seu tema.


Fonte: seomarketing.com.br

Dicas para criar uma newsletter de qualidade

Newsletter é um tipo de email informativo com recorrência de disparos, em que a mensagem não é focada em uma oferta específica e, ao contrário de emails promocionais, pode apresentar uma abrangência maior de interesses. Geralmente a Newsletter é a porta de entrada para o Email Marketing.

São uma ótima opção de comunicação para fomentar o relacionamento com clientes e prospects de uma forma mais leve e com mais proximidade.

É possível, em uma das chamadas, promover um produto para os que estão em um momento avançado de compra e, ainda assim, ser relevante para os que encontram-se em outro estágio do funil de vendas e se interessam apenas nos artigos e dicas.

Além disso, por repetirem sempre um padrão de organização do conteúdo, podem ser produzidas sem grandes dificuldades.

Tudo isso pode assim gerar um ótimo retorno, desde que a qualidade seja sempre mantida. Nesse post, vamos dar algumas dicas para você ser mais efetivo em suas newsletters.


Só envie se for realmente relevante

Como o objetivo principal da newsletter é manter o público mais próximo do seu negócio, a primeira premissa é a de que você tem conteúdo de qualidade a oferecer.

Sua empresa deve saber que tipo de assunto mais interessa à lista. Temas que respondam as maiores dúvidas dos potenciais clientes em sua área de atuação vão atrair mais do que a divulgação pura e simples de um produto seu.

Quanto mais informações você tiver sobre as preferências de seus leitores, melhor. E o ideal é que a mensagem seja a mais segmentada possível. Uma newsletter bem produzida e de conteúdo selecionado com rigor tende a virar um grande ativo de longo prazo.


Torne o conteúdo “escaneável”

Se você tem vários temas para divulgar, deixe as chamadas bem separadas e organizadas e dê destaque para os pontos principais.

Nos casos de textos maiores, mantenha somente uma introdução ou resumo com um link para o conteúdo completo disponível no site. Isso vai garantir uma newsletter mais enxuta e permitir que você descubra, através dos cliques, quais foram os conteúdos que mais chamaram a atenção.


Escolha bem o assunto da mensagem e o remetente

Sabia que o grande responsável por uma boa taxa de abertura de cliques é o assunto da mensagem? Por isso, prepare-se para dedicar algum tempo para elaborar uma chamada atraente. O desafio é: ser sucinto, objetivo e, principalmente relevante para quem lê.

Uma opção é usar a chamada do texto mais importante que você selecionou para a newsletter. Isso tende a aumentar a taxa de cliques nesse artigo. Outra, é usar a criatividade e destacar o tema de maneira geral em uma frase só.

Mais uma questão fundamental é que o nome da sua empresa esteja presente no remetente do email. Se a pessoa que recebe já tem confiança no seu negócio, exibir o nome vai tornar a mensagem mais atrativa.


Aposte na simplicidade do layout

O HTML de um email não pode ser encarado da mesma forma que o HTML de um site. Complexidades na elaboração do template aumentam muito a chance de problemas na forma como cada serviço renderiza a mensagem e tornam mais frequente a quebra de layout.

Além disso, oferecer diversas opções em uma sequência não muito bem definida também pode confundir o usuário e diminuir o número de cliques. Ser simples no CSS e usar um layout simples de tabelas é a melhor opção.


Tome cuidado com o uso de imagens

Evite condensar sua newsletter em apenas uma imagem, pois a maioria dos serviços de email tem o padrão de bloquear a exibição. Isso dificulta a visualização e o usuário precisa clicar em uma autorização para conseguir saber qual o conteúdo do email. Essa “barreira” acaba reduzindo bastante os resultados.

Quando utilizar imagens ao longo do HTML preocupe-se em empregar corretamente o atributo ALT, para que o leitor saiba do que se trata caso elas não sejam exibidas.

Neste post tem mais detalhes sobre por que se deve usar um template HTML ao invés de uma imagem.

Também lembre-se de garantir que as imagens estejam no seu servidor próprio.

A utilização de um serviço gratuito de hospedagem de imagem não é recomendada por dois motivos. O primeiro é que esse tipo de serviço é muito utilizado por spammers e pode reduzir a confiabilidade da sua mensagem. O segundo é que muitas vezes esses serviços bloqueiam a exibição de imagens em emails por não conseguir lidar com uma alta quantidade de tráfego. Dessa forma seu potencial cliente não consegue ver o que sua empresa enviou.


Sempre meça os resultados para encontrar pontos de melhoria

Aproveite os relatórios oferecidos pelos serviços de Email Marketing para avaliar a efetividade de suas newsletters. A taxa de abertura vai ajudar a identificar os melhores horários de envio, a efetividade do assunto escolhido e o quanto sua empresa tem sido relevante ao longo do tempo.

Já os cliques vão ajudar a mostrar os assuntos que mais chamaram a atenção e podem representar conteúdos interessantes para o seu público.
Isso tudo permite otimizar as campanhas e proporcionar, assim, um maior retorno sobre investimento.


Teste muito

Não pense que o trabalho termina quando a newsletter estiver concluída.

Testar antes de enviar é muito importante. Envie a mensagem para você mesmo, para amigos, enfim, teste de todas as formas possíveis. Verifique os principais servidores de email na sua lista e teste todos os principais.

Geralmente e-mails do Hotmail, Gmail, Yahoo, Uol e Bol, além de softwares como Outlook 2003 e 2007, Mozilla Thunderbird e Apple Mail estão entre os mais relevantes no Brasil.

Uma boa opção é utilizar o site litmus.com, que mostra a exibição do email em diferentes serviços de email. Esses testes vão ajudar a garantir que o layout não seja quebrado de acordo com o serviço de email.

Mas teste também além disso. Procure variar os tipos de conteúdo, assunto do email e horário de envio para identificar quais opções oferecem melhores resultados para sua empresa.


Fonte: resultadosdigitais.com.br

Empresas tem prejuízos de até 5% do faturamento com fraudes

Conforme a Association of Certified Fraud Examiners (ACFE), é que as organizações percam cerca de 5% do faturamento devido a fraudes.

As fraudes não são um fenômeno novo ou dos tempos modernos, ou ainda um problema unicamente nacional. O mau e lamentável hábito de desviar ou se apropriar de bens alheios é antigo e permeia toda a humanidade.

Neste contexto, o grande desafio das empresas é reduzir o montante de recursos que é desviado pro meio de furto, corrupção ou outros tipos de apropriação.

Para alcançar sucesso razoável nesta missão, as empresas precisam adotar mais de uma medida, procedimentos ou ferramenta, de modo que elas interajam umas com as outras. Auditorias periódicas, adoção de sistemas de gestão e formalização da operação estão entre as principais iniciativas para minimizar as perdas por fraude.

As empresas de pequeno porte, devido ao número limitado de recursos humanos, acabam sendo as mais prejudicadas. Ainda assim, adotando medidas de controle é possível minimizar a ação de pessoas mal intencionadas.

A formalização das atividades da empresa permite que auditorias sejam realizadas de forma eficiente e confiável e oferece a vantagem de ser possível contar com as informações geradas pela contabilidade da empresa, o que permite a confrontação de informações e a obtenção de indicadores cruciais para a administração da empresa.

Para auxiliar neste processo a implantação de um sistema informatizado eleva as possibilidades de cruzamento de informações e reduz a necessidade de recursos humanos que são caros. Um sistema informatizado deve ser capaz de integrar as operações da empresa desde as compras, entradas de mercadorias, processos até a venda ou expedição. De posse dos registros de todas essas informações o administrador da empresa conseguirá identificar a existência de desvios, determinar a origem e, por consequência, adotar as medidas cabíveis.

Gestão de custos: Gastar menos e lucrar mais

O bom gerenciamento das finanças é essencial para o sucesso do negócio e aumenta a competitividade no mercado.

Uma gestão de custos de qualidade é onde começa seu sucesso financeiro!

É muito importante que o empreendedor conheça o próprio negócio para não deixar, nas mãos de terceiros, cuidados essenciais como uma boa gestão de custos. O conhecimento do assunto auxilia o proprietário do negócio a ter uma boa gestão financeira, administrar e controlar os custos gerados na produção e comercialização de serviços ou produtos.

O preço final de um serviço prestado ou produto vendido depende do quanto é investido para que ele exista. Quando não tem uma gestão de custos eficaz, a empresa pode cobrar valores que não condizem com a realidade, podendo prejudicar margens de lucro, volume de vendas ou o andamento geral do negócio.


Como detalhar os custos do empreendimento?

Primeiramente, é preciso ter em mente que os custos se dividem em variáveis e fixos.

Os fixos são aqueles gastos rotineiros, como pagamento de contas, fornecedores, funcionários, aluguel, entre outros.

Os custos variáveis correspondem a tudo o que é gasto para produzir ou comercializar o seu produto ou serviço, como por exemplo, os impostos sobre mercadoria e comissão de vendedores.

Procure fazer um registro de todos os gastos, para que seja possível identificar investimentos desnecessários e outros que mereçam uma atenção especial, por resultarem em maior qualidade ou volume de vendas, por exemplo. Estabelecer um calendário ou tabela de metas mensais ajuda a controlar os gastos, tanto fixos quanto variáveis.

O controle de gastos é essencial para fornecer as informações necessárias sobre a rentabilidade e desempenho das atividades da empresa. Além disso, essa gestão auxilia o planejamento, controle e desenvolvimento das diversas operações da empresa.


O que é uma boa gestão de custos?

Sem dúvidas, ter um controle de custos eficiente se tornou uma medida certa para a manutenção da saúde organizacional de uma empresa. Quando mal feito, invariavelmente interfere nos resultados planejados e implica em possível queda de produtividade. Mas, afinal, como podemos medir se estamos executando uma gestão eficaz?

Um bom controle depende de disciplina. Se sua equipe de gestão tiver a capacidade de analisar constantemente os procedimentos financeiros, detalhá-los em planilhas e registros organizados e souber pescar oportunidades de investimentos para que sua empresa possa crescer de forma sustentável, podemos chegar à conclusão que sua empresa está realizando um controle de qualidade.

De qualquer forma, o aconselhável para um bom início é seguir as regras básicas de organização e análise. Se seguidos com qualidade, o caminho mais provável será o de desenvolvimento e capacidade de gerir os números de sua empresa.


Controlando e analisando, sua empresa só tem a ganhar
Se a sua empresa investir em gestão de custos eficaz, provavelmente gastará menos e lucrará mais. Com os dados obtidos durante esse levantamento rotineiro, é possível conseguir informações valiosas que influenciarão diretamente na tomada de decisões. Não importa o valor, vale registrar tudo o que entra e sai da empresa. Assim, fica mais fácil atingir o crescimento almejado.


Fonte: Artigo da Endeavor – sebrae.com.br

O que é bitcoin

Criada há mais de nove anos, a bitcoin atrai a atenção de investidores e já é aceita como meio de pagamento em alguns países.

Bitcoin moeda é totalmente virtual.

A bitcoin é uma moeda, assim como o real ou o dólar, mas bem diferente dos exemplos citados. O primeiro motivo é que não é possível mexer no bolso da calça e encontrar uma delas esquecida. Ela não existe fisicamente, é totalmente virtual.

O outro motivo é que sua emissão não é controlada por um Banco Central. Ela é produzida de forma descentralizada por milhares de computadores, mantidos por pessoas que “emprestam” a capacidade de suas máquinas para criar bitcoins e registrar todas as transações feitas.

No processo de nascimento de uma bitcoin, chamado de “mineração”, os computadores conectados à rede competem entre si na resolução de problemas matemáticos. Quem ganha, recebe um bloco da moeda.

O nível de dificuldade dos desafios é ajustado pela rede, para que a moeda cresça dentro de uma faixa limitada, que é de até 21 milhões de unidades até o ano de 2140.

Esse limite foi estabelecido pelo criador da moeda, um desenvolvedor misterioso chamado Satoshi Nakamoto. De tempos em tempos, o valor da recompensa dos “mineiros” também é reduzido.

Quando a moeda foi criada, em 2009, qualquer pessoa com o software poderia “minerar”, desde que estivesse disposta a deixar o computador ligado por dias e noites. Com o aumento do número de interessados, a tarefa de fabricar bitcoins ficou apenas com quem tinha super máquinas. A disputa aumentou tanto que surgiram até computadores com hardware dedicado à tarefa, como o Avalon ASIC.

Além da mineração, é possível possuir bitcoins comprando unidades em casas de câmbio específicas ou aceitando a criptmoeda ao vender coisas. As moedas virtuais são guardadas em uma espécie de carteira, criada quando o usuário se cadastra no software.

Depois do cadastro, a pessoa recebe um código com letras e números, chamado de “endereço”, utilizado nas transações. Quando ela quiser comprar um jogo, por exemplo, deve fornecer ao vendedor o tal endereço. As identidades do comprador e do vendedor são mantidas no anonimato, mas a transação fica registrada no sistema de forma pública. A compra não pode ser desfeita.

Com bitcoins, é possível contratar serviços ou adquirir coisas no mundo todo. O número de empresas que a aceitam ainda é pequeno, mas vários países, como a Rússia se movimentam no sentido de “regular” a moeda. Em abril deste ano, o Japão começou a aceitar bitcoins como meio legal de pagamento. O esperado é que até 300 mil estabelecimentos no Japão aceitem, até o final do ano, este tipo de dinheiro.

Por outro lado, países como a China tentam fechar o cerco das criptomoedas, ordenando o fechamento de várias plataformas de câmbio e proibindo a prática conhecida como ICO (initial coin offerings), uma espécie de abertura de capital na bolsa, mas feita com criptomoedas.

O valor da bitcoin segue as regras de mercado, ou seja, quanto maior a demanda, maior a cotação. Historicamente, a moeda virtual apresenta alta volatilidade. Em 2014, sofreu uma forte desvalorização, mas retomou sua popularidade nos anos seguintes.

Neste ano, o interesse pela bitcoin explodiu. No dia 1° de janeiro, a moeda era negociada a pouco mais de mil dólares. No início de outubro, já valia mais de 4 mil dólares.

Os entusiastas da moeda dizem que o movimento de alta deve continuar com o interesse de novos adeptos e a maior aceitação. Críticos afirmam que a moeda vive uma bolha - semelhante à Bolha das Tulipas, do século XVII - que estaria prestes a estourar.

Fonte: Exame

Como criar publicações para bombar seu facebook

O Facebook é muito importante para a estratégia de marketing. A presença nesta rede social deve gerar resultados. Sabemos que é difícil gerar estes resultados e além de criar as próprias publicações, ainda é necessário aprender a analisar os dados.

A batalha por visibilidade na rede social já é difícil para as grandes páginas, as empresas pequenas e em crescimento possuem um desafio ainda maior.

Foi pensando nessa dificuldade que resolvemos escrever sobre dicas para alcançar a atenção e interação com seus seguidores, mesmo possuindo algumas limitações de ser pequeno empreendedor.

Existem maneiras de aumentar a sua visibilidade e vencer no Facebook. Saiba como:


Qual a melhor hora para postar?

A primeira lição é quanto ao horário que você posta e a quantidade de publicações por dia. Você encontrará os horários em que suas publicações são visualizadas pelo maior número de seguidores em seu painel de administrador. Confie nestes horários e limite-se até três postagens por dia!


Interaja com seus fãs

Você precisa chamar a atenção de seus seguidores e interagir com eles. Uma das maneiras mais simples de fazer com que tenha a atenção na sua postagem é fazendo uma pergunta.

Vamos supor que seu negócio é um e-commerce que vende camisas, o número de perguntas que podem ser feitas é infinito.

Publique a imagem de dois modelos, ambos constando no seu estoque, e pergunte para seus seguidores qual é o modelo favorito deles. O importante aqui é incentivar a interação e testar qual é a linguagem e o tipo de conteúdo que mais atrai seu público.

Abuse da sua criatividade e das opções de reações do botão “curtir”!


Faça postagem de vídeos, eles possuem maior alcance!

Vídeos são a mídia com maior sucesso no Facebook. Se você já possui um canal do YouTube ou algum material que possa usar na sua página do Facebook, não perca tempo.

Caso não tenha, ainda é possível das dicas sobre o produto que você vende ou contar sobre os bastidores de sua empresa. Vídeos humanizam as redes sociais. Lembrem-se: pessoas compram de pessoas.


Fonte: Sabrina Nunes (sabrinanunes.com)

O seu produto ou serviço ao alcance do cliente 24 horas por dia

O crescimento das vendas mobile já deixou de ser previsão há algum tempo. A realidade mostra que, na atualidade, não se espera mais para sentar-se à frente do computador para realizar uma compra. A compra acontece em qualquer lugar e a qualquer hora. Quando o consumidor sente a necessidade de algum produto ou serviço ele imediatamente lança mão do smartphone, pesquisa e com alguns toques na tela tem sua encomenda a caminho.

Sabe-se que se o consumidor age por impulso em grande parte das compras e este impulso se esvai quando ele tem oportunidade de pensar uma segunda vez a respeito da decisão de comprar. A chance de ele pensar uma segunda vez acontece, por exemplo, se ele não encontrar, no smartphone dele, um aplicativo ou um site mobile (responsivo) em que possa realizar assim que encontrar o que procura.

Com as atuais dificuldades da sociedade moderna, tais como trânsito, violência, jornadas de trabalhado extenuantes e outras, o consumidor deseja cada vez mais receber seus produtos e serviços na tranquilidade do seu lar. Neste aspecto destacam-se os bens de uso e consumo, alimentação e serviços de ordem pessoal como beleza, saúde e fitness, entre outros.

Lucrar no ambiente online nem sempre é tão simples e rápido, ainda mais quando se trata de aplicativos para dispositivos móveis de serviços e empresas de pequeno ou médio porte. A concorrência no mercado de Apps é muito alta e cresce diariamente.

A questão é como aproveitar-se disso para aumentar as vendas.

O número de downloads dos aplicativos que estão nas primeiras posições também é significativo. O maior retorno lucrativo são daqueles que conseguem acertar em seu plano de marketing mobile e conseguem visibilidade através das melhores posições nas App Stores.

Os principais requisitos para ter um bom desempenho neste mundo do comércio mobile são:
– Investir num aplicativo ou site mobile que seja prático e amigável. Se o aplicativo não funcionar será perda de dinheiro na certa;
– Retaguarda. Ter uma logística de atendimento eficiente. Controle de estoques, embalagem, transporte;
– Segurança. Implementar políticas de devolução e trocas que inspirem a confiança do consumidor;
– Credibilidade. Cumprir prazos e preços;
– Presença. Adotar uma forte política de marketing digital a fim de posicionar-se fortemente nas redes sociais e nos mecanismos de busca. Este é um requisito tão importante quanto o primeiro.

O comércio mobile ultrapassará as outras formas de comércio em vários setores. Quem investir primeiro e manter-se próximo ao consumidor terá vantagem e se tornará líder de vendas.