Ser Humano x Máquina

Desde a década de 70, quando as montadoras automotivas começaram a robotizar suas linhas de produção e tais imagens começaram a ser divulgadas, o mundo se impressionou e vislumbrou que, num futuro bem próximo, os robôs, cada vez mais, fariam parte do trabalho das empresas, sendo capazes de fazer qualquer tipo de tarefa feita antes pelo homem, só que melhor e sem se cansar.

Desde então, a robótica e as tecnologias que a sustentam vêm apresentando avanços fantásticos, com máquinas cada vez mais sofisticadas e inteligentes.

Além de povoar nossa imaginação, essa presença cresce cada vez mais também na vida real. Já há robôs atualmente para quase tudo: para apagar incêndios, para abastecer tanques de veículos, para pegar e movimentar materiais, para fazer espionagem e até já se fala numa “lista de profissões” que, dizem os analistas visionários, poderão ser substituídas pelos robôs.
Prova disso é que, na mais recente feira de Hannover, na Alemanha, a mais importante feira de tecnologia do mundo, os pavilhões que mais chamaram a atenção, principalmente da imprensa mundial, foram os que mostraram os mais avançados robôs em ação.
Mas é preciso esclarecer uma ideia equivocada que parece permear o mundo atual, principalmente o corporativo: a de que um robô necessariamente será melhor do que um ser humano na execução de uma tarefa.

Trata-se de um engano. E pode ser “muito pelo contrário”.
Por mais eficiente que um robô possa ser, dificilmente, pelo menos em médio prazo, ele poderá substituir a “inteligência produtiva” de um trabalhador humano.
Primeiro porque, até que se prove que a inteligência artificial será realmente possível e viável, robôs, em princípio, não pensam. Apenas executam o que nós, seres humanos, programamos que eles façam.

A capacidade de pensar, em todas as suas nuances e complexidades, ainda é única do ser humano. E não há máquina capaz de tomar decisões melhores do que um cérebro humano.
Numa empresa, então, a capacidade de analisar o próprio trabalho e fazer melhorias nos processos são atitudes tipicamente humanas e que jamais poderão se feitas por uma máquina.
Recentemente, foi divulgada uma matéria dizendo que a Toyota, maior montadora do mundo e, ainda, a mais eficiente de todas, está “trocando seus robôs por homens” no Japão.
Impressionada com o fato, boa parte da imprensa brasileira “se surpreendeu” com tal informação. E muitos qualificaram que a empresa estaria “remando contra a maré” ou “nadando contra a corrente”.

Sobre tal fato, o jornal O Estado de São Paulo, por exemplo, publicou que, ao fazer tal troca, a Toyota afirmou querer “incentivar seus funcionários para que eles possam desenvolver novas habilidades e descobrir maneiras de melhorar o processo de produção e as linhas de montagem.”

A ideia é justamente essa: somente o ser humano possuiu a capacidade de melhorar seu trabalho. De fazer melhor hoje o que fazia ontem. De encontrar e eliminar desperdícios. De rever os processos e eliminar retrabalhos. De incrementar a qualidade. E é isso que cada vez mais fará a diferença no mundo das empresas. E não necessariamente através de robôs.
De forma similar, o uso exagerado de tecnologias de informação, por exemplo na área administrativa das empresas, muitas vezes só gera mais problemas do que soluções.
Computadores e os sistemas de informação são fundamentais, mas se utilizados inadequadamente serão fontes de desperdícios e ocasionarão novos problemas. E não poderão jamais superar o pensamento humano, na análise sobre como entender uma situação, como elaborar um plano, como desdobrá-lo etc.

Um robô, por exemplo, jamais será capaz de analisar o trabalho que está sendo feito, conversar com as pessoas que executam as tarefas, fazer perguntas sobre os problemas, incentivá-las a resolver e melhorar suas tarefas.

Uma empresa deve estimular o desenvolvimento do potencial humano, para que ele possa criar coisas que ajude a fazer o trabalho da melhor maneira possível. E, para isso, ainda temos um enorme caminho pela frente. As empresas precisam tornar-se centros práticos de aprendizado permanente através do próprio trabalho.
Nesse sentido, a máquina, seja qual for, será sempre fundamental. Mas como uma “ferramenta” ou apoio que deverá ser programada e usada pelo ser humano para ajudá-lo a resolver problemas e executar ou melhorar seu trabalho. Nunca para substituí-lo. Pessoas pensam e criam. Máquinas apenas executam.

Fonte: Época Negócios.

Porque a minha empresa precisa ter um site

Atualmente, muitas pessoas estão conectadas na internet, o número de usuários aumentou comparado aos anos 2000 a 2010, o crescimento foi de 1.418,9% e em 2017 são 139 milhões de usuários brasileiros conectados na internet. Uma empresa que pretende atingir todas as classes sociais, necessita investir na criação de um site, com o objetivo de gerar conteúdo que pode atingir bilhões de pessoas, independente do lugar que ela estiver no momento. Muitos empresários podem pensar “Preciso de um site para minha empresa?” para integrar seus negócios com o espaço virtual. Muitos têm conhecimento da sua importância, mas não sabem como devem agir. Confira nos tópicos abaixo porque ter um site para sua empresa.

Confiança na empresa

Criar um site possibilita que sua empresa tenha maior credibilidade perante o seu público-alvo, garantindo que os clientes notem o seu esforço em possuir um relacionamento no ambiente virtual. Isto proporcionará inúmeras vantagens que ajudarão a instituição a lembrar do porquê ter um site.

Ao contar com um site, a entidade passa ainda mais uma imagem profissional para os consumidores, uma vez que a página na web possui informações relevantes a esses clientes, que consequentemente, exalta a reputação positiva da empresa para seus compradores. A credibilidade começa a ser criada por diversas formas, seja pela importância que a empresa atribui aos clientes, ou até mesmo, aos conteúdos informados em sua página oficial.

Maior exposição da empresa

Quando uma empresa tem a oportunidade de exibir seus produtos e serviços para os consumidores, ela certamente estará em constante “divulgação”, como uma espécie de “vitrine”, funcionando como protagonista, e quando aliada ao uso do marketing digital, servirá como ferramental ideal para que seu negócio possa obter excelentes resultados no espaço virtual, destaca a importância do “site para minha empresa”.

Ter um site possibilita a exposição da sua empresa em qualquer lugar, sem precisar se limitar a aquele espaço físico, que permitirá o relacionamento com diversos púbicos, sem a necessidade de estarem presentes no local específico. Além disso, vale destacar que um site passa maior segurança ao cliente, que pode consultar as informações da organização quando necessitar de seus produtos ou serviços.

Conquista de novos consumidores

Um site apresenta infinitas possibilidades de alcançar novos clientes para seu negócio, e para que isto ocorra, exiba para seu público-alvo o maior número de informações sobre o seu campo de atuação, que de fato sejam interessantes e despertem a leitura dos públicos.

O site veio para trazer novos modos para a conquista de consumidores, que antes se limitava a ações locais, e agora pode atingir pessoas de diversas partes do mundo. Por meio da página na web, é possível manter um contato com uma pessoa do mesmo bairro, mas também de outro lado do continente. Essas medidas contribuem para o aumento de vendas na empresa, tornando-se alternativas.

Contato com público-alvo nas redes sociais

O conteúdo de um site deve contar com os produtos e serviços oferecidos pela empresa, mas não significa que deva excluir outras formas de divulgação, como, por exemplo, as redes sociais, que são fundamentais para o crescimento dos negócios no espaço virtual.

As Redes Sociais trouxeram diversos benefícios não somente para os usuários, mas também para as organizações, que agora possuem outras maneiras de fidelizarem seus clientes. Contar com um perfil nas plataformas virtuais “obriga” a marca a pensar em conteúdos que sejam realmente relevantes para o consumidor, que o façam a comprar seus produtos, aumentando o número de consumidores. Portanto, utilize o site como um cartão de visita no espaço virtual.

Crescimento das vendas

Este tópico responde à pergunta “por que ter um site?”. A partir do momento em que a empresa percebe que as publicações no site oficial são interessantes para o cliente, pode aumentar a credibilidade em relação aos clientes e, como resultado, obter o crescimento das vendas.

Quando uma empresa decide investir em um site, e passa a se dedicar na divulgação de seus produtos e serviços, consegue alcançar clientes diferenciados, fazendo com que as vendas aumentem. Portanto, dê uma atenção maior as descrições dos seus serviços e produtos, e consequentemente, terá atenção dos clientes.

Fonte: Post Digital CC

Na era da tecnologia, a principal inovação é, e sempre será, o professor

Por: Pedro Annunciato

O cultivo das relações humanas para criar um ambiente escolar capaz de educar cidadãos para o século 21 é o tema de destaque da Transformar Educação 2017.

Investir cada vez mais nas relações humanas, na força do coletivo e na crença de que todos são capazes. Mesmo quando o debate é focado em inovação e tecnologia na sala de aula, o caráter humano não deixa de ser fundamental na Educação. E o responsável por canalizar isso continua sendo o professor.

Essa foi a grande mensagem da quarta edição do Transformar, um dos principais eventos de inovação em Educação do país, realizado no dia 04/09/2017, em São Paulo. Organizado por Inspirare, Porvir, Instituto Península e Fundação Lemann, mantenedora da Associação Nova Escola, a conferência reuniu especialistas e educadores do Brasil e do mundo para apresentar suas experiências na área.

Logo na abertura, cinco alunos brasileiros fizeram uma roda de conversa em que falaram sobre como imaginam que a escola deva ser. Em todas as falas, reivindicaram mais espaço para o diálogo e o desenvolvimento da cidadania, que vai além do preparo para a vida profissional. “Desde pequeno dizem que você tem que ir para a escola para ser ‘alguém na vida’. As pessoas têm que ter sonhos e objetivos, mas não é só isso. Eu não sou um robô, eu sou um ser humano”, disse Arthur Rezende, 16 anos, aluno da EE Irmã Laura de Martins Carvalho, em Canaã dos Carajás (PA).

Questionados pela plateia sobre a reforma do Ensino Médio, os adolescentes criticaram a proposta. Ana Clara Cabral Nunes, 14 anos, aluna do Colégio Estadual do Paraná que participou das ocupações de escolas públicas no estado ano passado, reclamou da postura do governo: “Houve discussões, o movimento estudantil se rebelou, e mesmo assim não foi ouvido”.

A força das relações

O uso de jogos, o estímulo à participação, a aprendizagem na prática e as preocupações com meio ambiente e sustentabilidade foram alguns dos assuntos abordados, sempre enfatizando o papel do desenvolvimento das relações humanas no êxito de qualquer projeto pedagógico. “Educação não se faz com apenas duas mãos. É preciso o engajamento de muitos”, defendeu Greiton Toledo de Azevedo, professor de Matemática da EM Irmã Catarina Jardim Miranda, em Goiânia, um dos palestrantes do evento. Greiton foi um dos vencedores do Prêmio Educador Nota 10 de 2016, com um projeto de programação de games.

Um dos destaques do dia foi a experiência da Leadership Public Schools, uma escola de Ensino Médio em São Francisco (EUA) que prioriza o atendimento a jovens mais pobres e de baixo desempenho escolar. Michael Joseph De Sousa, diretor da instituição, conta que o foco do trabalho é manter, em todas as aulas e espaços da escola, um diálogo motivador constante. Michael explica que os professores e gestores – inclusive ele – procuram estabelecer uma relação próxima com os alunos. “A semente para uma escola incrível é cultivar altíssimas expectativas em relação aos alunos”, disse. “Uma aluna dizia, chorando: ‘esta é a primeira escola em que acreditam que eu possa ser grandiosa’.”.

O papel do professor

As experiências apresentadas confirmam outra tendência em novos modelos educacionais: uma relação cada vez mais horizontal entre alunos e professores. “Os dispositivos de tecnologia não servem para substituir o trabalho do professor, e sim como um apoio”, afirmou o holandês Maurice de Hond, dono da Steve Jobs School, ao participar da mesa sobre as transformações que a revolução digital provoca no ensino.

Para Nico Janik, coordenadora de engenharia do Distrito Escolar de Ravenswood City Makerspaces East Palo Alto (EUA) e entusiasta da aprendizagem mão na massa, o docente precisa estimular a busca pelo conhecimento. “O movimento maker procura estimular nossos alunos a serem não só consumidores, mas criadores de inovação.”

É por isso que apenas tornar a aula mais divertida não basta. Ao mencionar as razões que justificam a aplicação de games ao ensino, o uruguaio Gonzalo Frasca, designer da produtora de jogos de álgebra e geometria WeWantToKnow, lembrou que o objetivo de uma aula não é simplesmente entreter o aluno. “Professores não são palhaços. O oposto de ficar entediado não é se divertir, é enfrentar desafios.”

No encerramento, Nick Kim, diretor-executivo há quatro anos da unidade de Ensino Médio Summit Tahoma, em San Jose, na Califórnia Summit High School (EUA), enfatizou o que considera a regra de ouro do docente. “Para o sucesso do aprendizado, todos os professores precisam acreditar que os alunos são capazes. Se você não conhece o seu aluno, você não conhecerá seus limites e não saberá até onde ele pode chegar.”

Fonte: novaescola.org.br

A reforma trabalhista no varejo

Diretores do IBEVAR avaliam impactos no varejo das mudanças trabalhistas

Em ações vistas como antagônicas por analistas, Governo Federal aprova a terceirização irrestrita do trabalho e dá fim à desoneração da folha de pagamento.

As reformas tão solicitadas, sobretudo pela classe empresarial, começam a sair do papel. Entre as mudanças prometidas pelo governo Michel Temer, a reforma trabalhista sempre foi vista como uma das mais importantes por diminuir – em tese – os custos e a burocracia da relação empresa funcionário, impulsionando uma retomada do emprego no país. Um primeiro passo para atender essa demanda foi dado com a aprovação da terceirização irrestrita do trabalho, que agora deixa de limitar a contratação de terceiros apenas a funcionários da chamada atividade-meio e passa a abranger também a força de trabalho que atua diretamente na atividade-fim da empresa. Esse fator, que pode ser visto como um passo adiante para os adeptos de um estado mais liberal, foi, entretanto, seguido de um surpreendente passo atrás – com o fim da desoneração da folha de pagamento, mecanismo visto como fundamental para o acréscimo do poder de investimento dos empreendedores, bem como para a geração de novos empregos, na medida em que reduz custos trabalhistas. A fim de compreender o impacto dessas mudanças no varejo, conversamos com os especialistas José Roberto Securato Jr. e Cláudia Orsi Abdul Ahad, vice-presidente e diretora vogal do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), respectivamente. Executivo com 15 anos de experiência no mercado, Securato Junior criticou o fim da desoneração da folha de pagamento.

“Pegou muita gente de surpresa, pois onera o empreendedor, restringindo ainda mais investimentos e a geração de empregos, renda e consumo. Em um momento em que o ambiente já não é muito favorável para investimentos, as condições de endividamento inviabilizam o financiamento de investimentos em longo prazo”, analisa. Já Cláudia, jurista, projetou prováveis benefícios trazidos pela nova lei da terceirização aprovada pelo Congresso Nacional, bem como esmiuçou particularidades técnicas da legislação.

Leia a seguir a análise dos especialistas do Ibevar e saiba como as duas mais recentes mudanças promovidas pelo Governo Federal impactarão o dia a dia da gestão de sua loja. E fique atento: uma reforma trabalhista ainda mais abrangente já está em discussão.

Novo Varejo – A terceirização irrestrita do trabalho é vista, por muitos empresários, como um importante incentivo para a retomada do emprego no país. Qual é o seu ponto de vista?

Claudia Orsi Abdul Ahad Securato – Até a promulgação da Lei, a terceirização era regida pela Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que permitia a terceirização das atividades-meio das empresas, como, por exemplo, segurança, limpeza e portaria. Já a terceirização da atividade-fim não possuía uma vedação legal, o que fez com que a prática fosse generalizada em muitas empresas do Brasil, e em todos os setores, incluindo o varejo.

A Lei, sancionada no dia 31 de março pelo presidente Michel Temer veio dar respaldo a uma prática corriqueira e segurança para as empresas realizarem as contratações. Certamente, com o aumento desta segurança nas contratações, o empregador voltará a disponibilizar novos postos de trabalho. Existe uma sensação de que a terceirização precariza as relações trabalhistas, que é falsa uma vez que, aos trabalhadores terceirizados, são garantidos os mesmos direitos de quem é celetista, como registro em Carteira de Trabalho, férias e 13° salário, por exemplo.

NV – De que forma a terceirização irrestrita pode aliviar o ônus do pequeno e médio varejista brasileiro?
COAAS – Há inúmeros estudos que preconizam que a mão de obra terceirizada é 30% mais barata do que a mão de obra própria, em especial por questões tributárias e sindicais. A possibilidade de ter uma empresa prestadora de serviços responsável pela contratação, capacitação e gerenciamento dos funcionários no ambiente de trabalho, além do benefício econômico, pode dar mais tempo para que o empregador foque na sua atividade principal.

É importante, porém, realizar a terceirização com cautela e responsabilidade para que a contratação de terceiros não seja invalidada no Judiciário por representar fraude nas relações de trabalho. Como a Lei é nova e depende de interpretação, não sabemos como a Justiça se posicionará nos casos de terceirização absoluta das atividades nas empresas.

NV – Para o empresariado brasileiro, a reforma trabalhista deveria ir além da terceirização.
Questões como flexibilização da jornada e liberdade de acordo entre empregador e empregado/ classe representativa, a despeito de alguns engessamentos da CLT, também fazem parte da pauta.

Qual é a importância dessas e outras mudanças profundas na relação trabalhista não só para a saúde das empresas, mas também para a retomada do emprego?

COAAS – Uma das maiores fragilidades da mão de obra no varejo é justamente a jornada de trabalho. A proposta de reforma da legislação trabalhista permitirá que os acordos coletivos, bem como as convenções coletivas, flexibilizem a jornada, sem que sejam posteriormente invalidados no Judiciário, como acontece atualmente. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) engessa as contratações no Brasil e não se coaduna com as relações de trabalho atuais, por isso, diminui os empregos formais.

No varejo, um dos principais custos é a mão de obra e é muito caro contratar um empregado nos termos da CLT no Brasil. Há estudos que colocam o país como o mais caro do mundo para se contratar, com impostos correspondentes a 71% do salário. Ademais, a superregulação atrapalha a criação de empregos formais, já que, com receio de não conseguir cumprir os inúmeros requisitos da Lei, o empregador prefere mantê-los na informalidade. Portanto, entendo que a Reforma Trabalhista é iminente e urgente. O projeto de lei 6787/2016, que está com votação adiantada na Câmara dos Deputados, e ainda com-porta algumas discussões, será um importante passo para a moderni-zação das leis trabalhistas.

NV – Durante o “5° Fórum Nacional do Varejo”, realizado em março, no Guarujá (SP), alguns dos principais varejistas do Brasil destacaram a necessidade de se adotar uma postura mais liberal na política econômica nacional e elogiaram o programa “Ponte para o futuro”, do presidente Michel Temer. Entretanto, os empresários foram surpreendidos, de certa forma, pelo fim da desoneração da folha de pagamento. De que forma o varejo pode ser impactado pela medida?

José Roberto Securato Junior – O fim da desoneração da folha de pagamento pegou muita gente de surpresa, pois onera o empreendedor, restringindo ainda mais investimentos e a geração de empregos, renda e consumo. Em um momento em que o ambiente já não é muito favorável para investimentos, as condições de endividamento inviabilizam o financiamento de investimentos em longo prazo. Ainda temos mais incertezas do que conforto e confiança.

O governo apresenta uma medida que aumenta impostos e cancela um alívio tributário importante para diversos setores da economia. O setor de varejo e consumo é apenas mais um a ser impactado pela medida, pois o poder de compra da população vai demorar ainda mais para voltar a crescer, e no curto prazo talvez regrida um pouco. Seguimos, no Brasil, com esta mania de onerar a produção.

NV – O Ministério da Fazenda justificou que a medida permitirá o recolhimento de, aproximadamente, R$ 4,8 bilhões ainda este ano, o que aliviaria um pouco a situação difícil das contas públicas. Existem formas mais salutares de equilibrar as contas públicas sem onerar a classe produtiva?

JRSJ – A melhor forma de equilibrar as contas públicas sem onerar a classe produtiva nacional é reduzindo despesas. Temos que parar de empurrar para o futuro discussões fundamentais e fazermos as reformas que precisamos agora, pois, a cada ano, o prejuízo só aumenta. O Brasil precisa de uma reforma tributária e previdenciária imediatamente. O país necessita de uma série de outras reformas para se tornar ou se manter competitivo no cenário mundial.

NV – Qual é sua mensagem para o varejista brasileiro, dos mais variados portes, que tem sofrido com os efeitos da crise e acaba se sentindo “à deriva” num cenário de incertezas?

JRSJ – “Enquanto houver alguém chorando, sempre haverá alguém vendendo lenço”. É preciso buscar as oportunidades que o mercado oferece. Os efeitos da crise continuam presentes e continuarão por mais alguns meses. Mas somente está “à deriva” aquele que não assume para si o seu destino. O setor está se sofisticando e cada vez menos haverá espaço para aqueles mal preparados para competir neste mercado, seja com crise ou sem crise.

Fonte: Novo Varejo

Tipos de Software

Primeiramente, você sabe o que é software? Hoje em dia a maioria das pessoas acham que entendem de software, mas entendem mesmo?

Software consiste em:

Instruções:
Estrutura de dados para manipular informações adequadamente.
Informação descritiva, descrevendo a operação e o uso dos programas.
O software continua a ser a tecnologia única mais importante no cenário mundial. Ele assume dois papeis, o produto e o distribuidor de produto.
Uma dúvida de quando se começa no mundo da programação é o tipo de software que irá desenvolver, sabemos que podemos ir para a área de jogos, desenvolvimento web, desenvolvimento mobile e muitas outras. Há muitas categorias e vou listar as 7 principais neste artigo.

Software de sistema: Conjunto de programas feito para atender a outros programas. Exemplos de softwares assim são os sistemas operacionais, compiladores e editores. A área de software de sistema é caracterizada por grande interação com o hardware; uso intenso por múltiplos usuários; operação concorrente; compartilhamento de recursos e gestão de processos; estruturas de dados complexas e múltiplas interfaces externas.

Software de aplicação: Programas sob medida que solucionam uma necessidade específica de negócio. Processam dados comerciais ou técnicos para ajudar operações comerciais ou tomada de decisão administrativa.

Software científico / de engenharia: Caracterizado de algoritmos de processamento numérico pesado. Esses softwares podem ser da área de astronomia, biologia molecular, vulcanologia, meteorologia, fabricação automatizada, entre outros.

Software embutido: Executa funções limitadas e específicas (por exemplo o controle de painel de uma maquina de lavar roupas).

Software para linha de produtos: Projetado para prover capacidade específica de utilização por muitos clientes diferentes. Podendo se focalizar em um mercado limitado ou para consumo em massa.

Aplicações para a web: Podendo ser apenas um conjunto de arquivos de hipertexto ou sofisticados ambientes computacionais podendo integrar banco de dados corporativos e aplicações comerciais. É um tipo de software que só vem aumentando nos últimos anos.

Software de inteligência artificial: Faz uso de algoritmos não numéricos e sim lógicos para solucionar problemas complexos que não são passíveis de computação ou de analise direta. Aplicações nesta área incluem: robótica, reconhecimentos de padrões e jogos.

Fonte : Blog de TI

Como o mercado de criação de sites está sendo revolucionado

A internet veio para ficar, se sua empresa ainda não investiu na criação de sites modernos que respondam aos apelos dessa nova forma de consumir, você pode ser deixado para traz por seus concorrentes. E o pior: pode estar perdendo uma grande fatia de mercado, que só aumenta todos os anos.

Cada vez mais as pessoas ficam conectadas. Independentemente se estamos falando de varejo, atacado ou serviços. A internet é a primeira aliada na busca de novos parceiros comerciais e de consumo.

O mercado de criar site tem sido revolucionado. E essa revolução nasceu do próprio usuário, que não difere mais à marca que ele vê online da marca que ele vê na vida real. Por isso, é importante que você mantenha uma mesma unidade de marca, tanto na imagem, como no atendimento real. Isso sem contar que o consumidor que prioriza o mercado online é ainda mais seletivo. Portanto, todo cuidado é pouco.

Você pode estar pensando “mas eu não preciso de um e-commerce”. Preciso mesmo criar um site novo? A resposta é sim. Como tudo muda muito rápido, um site construído há mais de três anos já está totalmente fora do novo comportamento online dos consumidores.

O que não pode faltar em um website?

Seja direto

Os sites criados a partir de agora precisam ser diretos, já que ninguém mais tem tempo para perder. Deixe claro logo de cara o que sua empresa é, o que ela faz e como ela vende. Por mais conhecida que ela seja para seus clientes atuais, é importante que novos visitantes compreendam em segundos do que se trata.

Pense em todos os dispositivos

Contrate uma boa empresa de criação de websites, que garanta um layout moderno, que passe um pouco da personalidade da sua marca. Pense também que um site não é mais algo que se abre somente no computador. Um site sem layout responsivo, ou seja, que se adapta às mais diferentes telas é algo completamente impensável nos dias de hoje, pois seu cliente irá acessar seu site do computador, do notebook e do celular.

Otimize para busca

Procurar uma boa empresa para a criação do site também é importante para que seu site apareça nas buscas. Há profissionais especializados nas melhores práticas para que seu site seja otimizado e apareça mais facilmente em buscadores, aumentando significativamente seu número de visualizações e, por sua vez, seus possíveis consumidores.

Como fazer um inventário de estoque de forma simples e eficiente

Se sua empresa trabalha com estoques, uma das tarefas mais importantes para ela é o levantamento do estoque físico, procedimento também chamado de inventário de estoque ou contagem de estoque. O objetivo deste procedimento é conferir os valores que estão registrados nos sistemas de controle com o que está fisicamente presente.

Parece simples, mas pode causar muita dor de cabeça se em determinado momento descobrir que o estoque físico está muito diferente do que consta em seu sistema. Quando do início das atividades, quando sua estrutura ainda não é tão grande nem complexa, pode parecer até indispensável. Mas com o passar do tempo, o negócio vai ganhando corpo, a contagem parece que nunca tem fim e, pior ainda, quando você finalmente consegue finalizá-la e confere com o sistema eletrônico da empresa, os números nunca são iguais.

Existem muitas formas de fazer o inventário. A seguir apontamos alguns passos facilmente praticáveis, para deixar o procedimento de inventário de sua empresa algo mais simplificado e garantido.

Identificar o melhor horário para a realização do inventário

Esta ação evita que você faça a contagem em horários impróprios com grande circulação de entrada e saída de mercadorias. Além de atrapalhar e tornar morosa a contagem, pode resultar em contagens incorretas tendo muitas entradas e saídas no momento da contagem para descontar.

Se for possível, faça aos finais de semana ou em feriados prolongados. Grandes redes varejistas fecham as portas para contagem de seus estoques. Isso garante que os resultados serão obtidos com exatidão e muito mais rapidamente.

Organize o espaço e os materiais antes da contagem

Organizando o setor dos estoques fará com o que o trabalho flua e seja executado mais rapidamente.

Procure manter sempre os produtos semelhantes próximos, agrupados por marca ou modelo. Calcule um bom espaço necessário para que os produtos não se misturem.

Faça a identificação dos espaços, etiquetando-os

Pense sempre em facilitar os trabalhos futuros. Com as prateleiras ou espaços de armazenamento devidamente identificados ficará mais fácil fazer a contagem ou uma auditoria.

Faça uma contagem minuciosa

Identifique visualmente item por item. Se forem caixas, conte cada item individualmente e procure pegá-las uma a uma, pois o peso pode ser diferente e você não enxergará isso. Uma caixa pode ter itens a mais ou menos que o indicado não garantindo na hora da venda a qualidade dos seus produtos e afetando de forma negativa a precisão do inventário.

Faça uma recontagem

Não deixe de conferir. Nem sempre esse procedimento será possível, ainda mais sem ajuda de recursos eletrônicos para tal. Mas se puder, faça uma recontagem para garantir que o seu sistema represente, de fato, o que está fisicamente guardado. Este procedimento ainda previne falhas humanas. É recomendado que, pelo menos duas pessoas façam o inventário, uma depois da outra.

Detalhe ao máximo os seus itens

Quando alguns produtos forem muito semelhantes, é importante que eles sejam bem diferenciados uns dos outros. Isso evitará problemas como a falta de produtos, pois pode induzir ao erro quando consultar o estoque.

Estabeleça a periodicidade do inventário

Estabeleça de quanto em quanto tempo o inventário de estoque será realizado na empresa: quinzenalmente, mensalmente, a cada dois meses. Isso depende de cada negócio em particular, o importante é respeitar essa frequência.

Determine uma rotina de Backup

Faça backup não só de seu sistema de estoque, como também de todas as informações importantes. Verifique o melhor horário e qual periodicidade para realizar o backup de suas informações (todos os dias, 2 vezes por semana, a cada 15 dias). Isso vai depender da quantidade de dados que sua empresa movimenta. Lembre-se, equipamentos e sistemas podem dar algum problema em algum momento. Evite prejuízos com retrabalhos mantendo sua rotina de backup.

Com estas etapas realizadas, você sempre estará tranquilo em relação ao seu inventário de estoque, tanto em quantidade quanto em qualidade. E o procedimento de contagem de estoque não será mais um momento de dificuldade e, sim, apenas mais uma tarefa rotineira.

Pode ser realizado manualmente com uma planilha de excel, mas atualmente, a grande maioria já possui sistema para este controle, a questão é se está utilizando ou mesmo se o faz corretamente.

Referencias: Osmar Vinci Filho – Blog

Uma boa gestão do estoque pode aumentar as vendas

Estoque de Segurança: Entenda como é importante para seu negócio e está diretamente relacionado com o sucesso de suas vendas.

Você teve um enorme prejuízo por deixar de fazer um monte de vendas porque não tinha os produtos certos em estoque? Você sabia que se calcular direitinho o seu estoque de segurança você evita passar por esse tipo de situação?

Uma boa gestão do estoque, o que inclui fazer um estoque de segurança, é fundamental para a maioria das empresas. No varejo, é preciso saber manter em estoque todos os produtos que os clientes possam desejar.

Nas indústrias, é preciso ter estoques de matérias-primas para garantir a produção contínua. Em um e-commerce, evita que se percam vendas durante períodos de pico, como datas comemorativas.

Gerenciar bem o estoque e o estoque de segurança significa cumprir os prazos de entrega prometidos. Isso aumenta a confiança dos consumidores, mantém fluxo de receita e, consequentemente, aumenta seu faturamento.

Em poucas palavras, o estoque de segurança existe e é calculado apenas para diminuir o risco de você não ter os produtos procurados pelo cliente por conta de problemas inesperados, como imprevistos com o fornecedor, atrasos na entrega, ou até uma demanda que não foi prevista.

Como o nome já diz, o estoque de segurança serve para a empresa ficar segura de que não vai perder ou atrasar vendas por não ter mais daquele produto muito procurado, e significa ter uma quantidade extra de determinado produto em estoque para que ele nunca falte.

O que eu ganho com estoque de segurança?

Fazer uma boa gestão do seu estoque de segurança garante que você:
– Cumpra prazos de entrega mantendo a qualidade do serviço e promovendo a satisfação do seu cliente;
– Mantenha o seu fluxo de produção;
– Evite gastos extras com contratação de funcionários temporários ou taxa mais alta para entregas de última hora;
– Reduza custos de armazenagem. Se você sabe o volume exato de estoque que precisa, não vai cometer erros;
– Evite o acúmulo de produtos muito sazonais, ou perecíveis. Acumular esse tipo de produto pode te dar futuros prejuízos;
– Libere recursos para investir em áreas estratégicas para a empresa.

Qual é o maior indício de que eu não estou fazendo minha gestão de estoque direito e preciso fazer estoque de segurança?

Duas coisas podem sinalizar que você não está acertando com o seu estoque: produtos faltando, ou produtos sobrando. Há prejuízo nos dois casos e ambos significam que você não está fazendo uma previsão de demanda adequada. Quando faltam produtos no estoque você está perdendo vendas, quando sobram significa que você pode estar com produtos encalhados, e que podem não vender.

Quando faltam produtos, e você perde vendas, significa que você não fez estoque de segurança – ou não o suficiente – e isso pode acontecer por diferentes motivos – muitas vezes uma demanda imprevista. Agora, todas as situações devem ser observadas e devidamente consideradas para você poder se programar melhor no futuro.

Se você está com aquele elefante branco sobrando no estoque, também deve prestar atenção. Algo te fez comprar mais produtos: foi uma promoção de fornecedor? Foi um cálculo de demanda equivocado? Ou você simplesmente não reparou que determinados produtos estavam se acumulando?

Atenção! Investir em excesso em produtos para estoque de segurança também é um erro – que você percebe quando eles não vendem e você eventualmente fica com o prejuízo de pagar o fornecedor e armazenar aqueles produtos.

O maior desafio de fazer um estoque de segurança é, justamente, calcular com a maior exatidão possível qual será esse estoque e chegar em um equilíbrio vantajoso entre o investimento que você fará e os lucros com as vendas realizadas.

Se essa balança estiver pendendo para algum dos lados, significa que você ainda não encontrou a medida certa.

O que eu preciso para fazer estoque de segurança para meus produtos?

Em primeiro lugar, você precisa de informações detalhadas sobre o seu histórico de vendas. Assim, poderá fazer previsões sobre como o seu consumidor vai se comportar em cada mês do ano. A partir dessa previsão, você consegue montar um estoque ideal, ou seja, encontra um equilíbrio entre o volume do estoque mas econômico em relação às suas vendas. Mesmo que esse dado não seja preciso – incertezas sempre existem – eles servirão como base para calcular seu estoque de segurança, que será um excedente do estoque ideal.

Em segundo, precisa saber como fazer uma boa gestão de estoque. A seguir algumas dicas importantes:

- Calcule a sua previsão de demanda: há algumas fórmulas matemáticas para fazer esse cálculo, mas de maneira geral, você precisa relacionar o tempo que demoram para chegar do fornecedor e em que prazo costumam ser vendidos.

- Defina o melhor esquema de reposição: você pode negociar com seus fornecedores as melhores formas de repor as mercadoras, e encontrar um equilíbrio entre o melhor preço do fornecedor e o custo que você vai ter com a estocagem.

- Avalie o fornecedor além do preço: considere muito a confiabilidade do seu fornecedor, a velocidade de entrega e a flexibilidade. Precisa-se levar em conta o tempo entre o pedido e a entrega. Mais uma vez, a incerteza tem um custo alto.

- Negocie prazos de pagamento com fornecedores: boas táticas para isso são ter mais um fornecedor para cada insumo com planejamento de volumes por fornecedores.

Para calcular seu estoque de segurança, você deve ficar atento a alguns fatores:

- Características específicas da demanda e do produto: se for uma demanda estável, que não varia muito, fica mais simples de calcular o estoque de segurança e de ter certeza que a demanda não vai variar muito. Portanto, você consegue calcular com mais precisão o estoque de segurança pode ser menor. Vale a lógica inversa. Se for um produto de muita variabilidade, o recomendado é um estoque de segurança maior;

- O tempo de entrega (lead time) do produto: atenção ao tempo de entrega de um produto. Se ele pode variar muito (às vezes o fornecedor é complicado), você precisa se lembrar de seu compromisso com o consumidor e garantir um prazo de entrega para ele. Ter um estoque de segurança para esse produto te ajuda a não ficar refém do fornecedor e cumprir seu acordo com o cliente – que é quem importa.

- A (real) importância da demanda: nem todos os produtos merecem a mesma atenção e o mesmo cuidado; alguns produtos estão no core business (núcleo) do seu negócio, e você não pode se dar ao luxo de não ter eles em estoque. Outros são mais secundários, portanto menos importantes. Mais uma vez, você precisa chegar a um equilíbrio entre vendas e estoque de segurança. Não é vantajoso ter milhares de produtos em estoque que você vende de vez em nunca. Poupe seu espaço e investimento para aqueles produtos que tem maior procura e, portanto, são mais importantes para o seu negócio.

Fonte: http://exame.abril.com.br

Crise?

A atual situação econômica do Brasil vem causando muita preocupação à toda parcela da população que depende do seu próprio trabalho para garantir seu sustento. Sejam empregados ou empresários, estão todos preocupados com os rumos que nossa economia vem tomando nos últimos tempos. Essa preocupação com a atual situação econômica do Brasil vem fazendo com que empresários adiem investimentos e novos empreendedores aguardem momentos menos incertos para iniciar seus projetos. Como em todo momento de incerteza, uma certa dose de pânico se confunde com a frieza dos números e por isso é importante termos uma visão real do que está acontecendo.

O que é fato e o que é pânico
Os números não deixam dúvidas sobre a gravidade da situação econômica brasileira, muito embora o governo tente mascarar a crise com interpretações convenientes e a negação dos dados captados pelas diversas consultorias econômicas, instituições de classe e até mesmo das próprias agências e órgãos governamentais.

A atual situação econômica do Brasil é tecnicamente de estagnação. A crise econômica de 2016 não é mais apenas uma hipótese e consta como fato em toda pauta de reunião de empresários do país e também fora dele. Acreditar em mais uma história sobre “marolas” é negar a realidade econômica do país e abrir a porta para o fracasso.

É claro que, como em toda situação de incerteza, principalmente em ano eleitoral, uma certa dose de pânico acaba se instalando. Esse também não é o caminho para a solução do problema, pois em momentos de histeria, decisões precipitadas podem também acabar destruindo o seu negócio.

Seguem algumas dicas para amenizar os efeitos da crise

1) Defina objetivos Quando não sabemos para onde ir, qualquer caminho serve. Por isso que muitas vezes gastamos nosso dinheiro em qualquer coisa, pois não temos um destino planejado para ele”. Assim, tenha objetivos claros para seu dinheiro, para assim conseguir se organizar melhor.

2) Elabore um orçamento e siga-o .Nesse momento, é importante registrar todos os gastos, para assim saber o que é de fato fundamental e o que pode ser cortado para investir mais. Façam uma tabela equilibrada, sem forçar demais o corte de gastos de maneira que o orçamento fique impossível de ser cumprido.

3) Acompanhe suas dívidas . A sugestão é adaptar o orçamento de maneira a contemplar o pagamento das dívidas. Para isso, é recomendado que faça um levantamento do que deve e procure os credores para negociá-las. E claro, depois de quitar tudo, mantenha um controle rigoroso sobre os gastos para não voltar ao endividamento.

4) Tenha um fundo de emergência O fundo de emergência serve para momentos em que imprevistos acontecem ou que o fluxo de receita cai bruscamente. O ideal é que o fundo cubra, no mínimo, três meses de despesas mensais. Vale ressaltar que gastos com IPVA,IPTU, matrícula escolar não são gastos imprevistos e devem fazer parte do orçamento regular, Esse fundo deve ficar em uma aplicação de liquidez imediata e de fácil acesso.

Fonte: Uol Economia > Empreendedores Web

O pós-venda em uma loja e-commerce

O pós-venda, muitas vezes, é tratado como solução de problemas. No entanto, ele é mais do que simplesmente isto. É a partir do relacionamento após a compra que a loja cativa seus clientes e viabiliza uma nova venda. E mais, a preocupação com o pós-venda demonstra consideração pelo cliente e é capaz de melhorar a imagem da empresa.

Manter os clientes fiéis é complicado, mas conquistar novos tem se tornado cada vez mais difícil em razão da alta competitividade existente no mercado. Devido à essa dificuldade, proporcionar uma boa experiência durante e depois da venda torna-se crucial para fidelizar e também para encontrar novos consumidores, afinal, clientes satisfeitos falam da sua empresa para outras pessoas.

Mas o contrário também acontece. E então, você quer que eles relatem uma experiência positiva ou negativa? Se você optou pela primeira opção, veja dicas para alcançar esse objetivo.

Agradeça
O cliente escolheu comprar com você e apostou que entre todas as possibilidades a sua loja era a melhor opção. Mas, após finalizar a compra, recebeu um e-mail simples dizendo apenas que o pedido foi computado. Não aproveitar o e-mail de confirmação é perder uma excelente oportunidade de se aproximar do cliente.
Envie uma mensagem de agradecimento e diga que ficou feliz com a escolha dele. Também é válido pedir uma avaliação, e-mails de confirmação costumam ter boa taxa de abertura. Na plataforma Magento, por exemplo, você pode personalizar estes e-mails transacionais.

Treine sua equipe
Invista na capacitação dos funcionários para um atendimento de qualidade. E o mais importante: não se exima da responsabilidade da venda e faça o máximo para resolver o problema do cliente. É comum as empresas culparem a transportadora ou correios, mas ainda que o erro não tenha sido diretamente seu, a venda é sua e o cliente vai recorrer ao seu contato para procurar uma solução.

Dê atenção ao cliente
A espera da mercadoria costuma gerar certa ansiedade no consumidor. Mas, se você notificar o cliente relatando o caminho que o produto está fazendo até a chegada na casa dele, essa expectativa será amenizada. Que tal enviar um SMS? Assim o cliente recebe o alerta no celular e pode ver na hora o trajeto da mercadoria. Além disso, esse tipo de atitude reduz a procura pelo SAC e tende a melhorar a reputação da sua empresa, pois demonstra comprometimento e valorização do cliente.

Ofereça brindes
A oferta de promoções exclusivas incentiva o cliente a voltar a comprar com você. Cupons de desconto, brindes e outras vantagens atraem a atenção. Ofereça também produtos baseados nos que o consumidor já adquiriu. Por exemplo, se ele comprou uma televisão, envie um e-mail perguntando as impressões dele sobre o produto e aproveite para verificar se ele não precisa de um suporte para o aparelho. Dessa forma, você mantém o relacionamento e antecipa uma necessidade.

Simplifique o contato
Diversifique as formas como o cliente pode entrar em contato com você. Chat on-line, Whatsapp, redes sociais… Dê opções para que ele decida como vai falar com você. Mas não se esqueça de executar um bom atendimento em todos os canais. Há muito o que ser explorado após a finalização da compra em um e-commerce. Entretanto, algumas atitudes são viáveis para todo tipo de negócio e são capazes de fazer a diferença no relacionamento com o seu cliente. Por isso, deixar de aplicar estratégias de pós-venda é um erro que você não deve cometer. Lembre-se que executar um pós-venda com excelência é muito importante para não cair no esquecimento do cliente e construir um caminho de sucesso e reconhecimento para sua empresa.

Por Galler Ilhe
Fonte: ecommercebrasil.com.br