Qual seu motivo para continuar em 2018?

Estão lançados grandes desafios para 2018.

Assim também estavam lançados para 2017, 2016, 2015…

Da economia espera-se recuperação. Da política não se espera nada além de mais e mais decepções.

A despeito de tudo o que não está ao alcance da nossa interferência decisiva, precisamos continuar em frente e pôr nossos planos e ideias em movimento. Se estamos motivados ou não, a diferença se dará apenas nos nossos resultados e não no grau de dificuldade para atingir nossos objetivos.

A diferença se dará na percepção do esforço que faremos. É muito difundida ideia de que trabalhar motivado, feliz e esperançoso faz com que nosso esforço pareça menor do que realmente é, e ao contrário, trabalhar desmotivado faz tudo parecer mais difícil. Então podemos supor que o esforço é o mesmo, estando ou não motivado.

Assim, nestes tempos de final de um ano e o início de outro, é comum a sensação de cansaço por tudo que foi feito durante o ano corrente e, ao mesmo tempo, já estamos nos comprometendo com projetos para o próximo ano. Algumas vezes o projeto para o próximo ano é resolver os problemas que protelamos no ano atual. Convenhamos que isso não é motivador.

O que é realmente motivador?

Essa é uma pergunta que pode ser respondida olhando o dicionário, mas cujo objeto é diferente para cada um de nós. A pergunta é: por qual motivo fazemos o que fazemos? Quando a resposta a esta pergunta expressar um desejo, uma vontade, uma ambição, então significa que estamos positivamente motivados e o que fazemos é uma recompensa. Ao contrário, se a resposta representar uma obrigação, uma falta de alternativa, significa que nossa motivação é uma carga negativa e o resultado nunca trará a satisfação que deveria.

Todos os dias se inicia um novo ano. Todos os dias teremos mais 365 dias pela frente para realizar nossos projetos, sejam eles quais forem. O desafio é encontrar o nosso motivo e tomar as atitudes que nos impulsionem na direção dele. O motivo é o que justifica nossas atitudes.

Todos os dias, quando iniciamos nosso expediente, estamos motivados a implementar novas funcionalidades ao nosso Frente de Caixa, tornar mais amigável nosso aplicativo (app) de atendimento, ter um site mais atraente, um e-commerce (loja virtual) que ajude nossos clientes a vender mais, atualizar nossa NF-e, aprender novas tecnologias, integrar nossos sistemas mais e mais. Essa são nossas atitudes e nosso motivo é a satisfação de saber que concorremos e temos sucesso com os maiores e melhores do mercado, num processo de evolução contínua.

O novo período que se inicia a cada dia será vivenciado sempre com muito mais leveza se o motivo pelo qual agimos nos faz sentir que vale a pena. Concentremo-nos no motivo.

As melhores ferramentas de gestão para sua empresa

Já pensou se você pudesse encontrar várias ferramentas de gestão online em um só lugar, para clicar e começar a usar? Nós já, e reunimos aqui todas elas.

Um capricho a mais numa gestão nunca é demais. Ainda que o seu negócio seja um tremendo sucesso, ainda que vá de vento em popa, sempre dá para ajustar alguma coisa. Felizmente, hoje existem muitas ferramentas de gestão online que são modernas, práticas e, em vários casos, gratuitas, e que podem te auxiliar demais neste sentido.

Sabemos que sua agenda é lotada e super corrida, e que não dá para largar tudo de repente e sair procurando soluções por aí. Mas não se preocupe: para facilitar sua vida, este artigo irá te auxiliar.


Runrun.it – Coordenar sua equipe

Esta ferramenta permite que você gerencie as tarefas da sua equipe. Com a plataforma, você consegue saber exatamente quais os trabalhos que estão ocupando seus profissionais, além de poder monitorar o status dos projetos e das tarefas. E o funcionamento da ferramenta respeita as relações hierárquicas da sua empresa, o que facilita os processos.

Há duas formas de se consumir a plataforma: o plano grátis, que pode ser usado por até cinco usuários, e a versão paga, que custa a partir de R$ 40,00 reais por mês.


RD Station – Gerar leads

Este é um software de automação de marketing digital. Serve para gerenciar conteúdos e gerar tráfego para o site da sua empresa. Pode ser um importante aliado na geração de leads comerciais. E o pacote de recursos básicos sai por R$ 189,00 reais/mês.


ContaAzul – Controlar suas finanças

É fato que a gestão financeira é um dos maiores desafios para os empreendedores iniciantes. Se é o seu caso, você sabe que toda ajuda para colocar as contas em ordem é bem-vinda. E pode acreditar: o software de gestão financeira online ContaAzul é uma tremenda ajuda. Elaboração de fluxo de caixa, confecção de relatórios e controle de contas bancárias são apenas algumas das funções do programa, que está disponível por a partir de R$ 29,00 reais mensais.


Hootsuite – Gerenciar suas redes sociais

Também disponível em versões gratuita e paga (US$ 8,99 ao mês), o Hootsuite permite que você monitore várias redes sociais ao mesmo tempo, além de poder gerenciar páginas na web.


MindMeister – Organizar informações

O MindMeister ajuda você a estruturar informações por meio de mapas mentais. Ou seja, é uma baita ferramenta para montar apresentações e fazer listas, por exemplo. E que pode ser útil até na sua vida pessoal. Os planos iniciais do MindMeister custam a partir de US$ 5,99/mês.


Google Analytics – Acompanhar a efetividade dos seus sites

Com esta ferramenta do Google, você pode monitorar detalhes sobre a visitação e as estatísticas de seu site, verificar a quantidade de visitas diárias e realizar várias outras atividades interessantes. É indispensável para mensurar quão efetiva é a sua página. E o melhor de tudo: o cadastro é gratuito.


Pagar.me – Receber pagamentos online

Esta é uma das plataformas de recebimento online disponíveis no mercado. É a mais indicada por especialistas para quem está começando um negócio, uma vez que a empresa cobra por venda realizada – não há taxa mensal.


Fonte: Endeavor

Dicas para se dar bem em 2018

Pesquisas e estudos apontam que haverá retomada do crescimento econômico do país a partir de 2018. A previsão é que o PIB crescerá 1,5%. Neste cenário podemos esperar o aumento do consumo de bens e serviços.

Se as previsões se concretizarem, você está preparado para atender esta demanda?

A forma de fazer negócios já se encaminha para uma nova era com a incorporação de novas tecnologias que vão desde os sistemas de gestão até os apps (aplicativos para dispositivos móveis) e chatbots (programa de computador que tenta simular um ser humano na conversação com as pessoas) numa realidade virtual e economia mais solidária.

Ficar atento para acompanhar as mudanças e aderir as novas tecnologias para atender às exigências do consumidor deve ser uma busca constante em nossos negócios.

A seguir, algumas dicas de tendências para 2018 para que você fique preparado:


Negócios via internet

Hoje é possível comprar tudo online e a tendência é essa realidade aumentar cada vez mais. Esse é o futuro: vender seus produtos e serviços pela internet;


Comunicação com tecnologia

As mensagens de texto via WhatsApp ou SMS já são muito comuns para a comunicação entre empresas e clientes. Vendas, mensagens comemorativas, avisos, todo tipo de informação pode chegar através desse recurso.


Cartões X Celulares
As compras no varejo estão ganhando uma nova modalidade de pagamento: o smartphone. Hoje é possível comprar e pagar qualquer coisa através de mobiles de inúmeros apps. É possível que já nos próximos anos esta nova forma de pagamento venha a substituir os cartões de crédito;


Se Destacar na paisagem entre tantos

Em um cenário em que tudo parece igual é preciso sobressair-se da concorrência, ter personalidade e linguagem próprias. Autenticidade, verdade e naturalidade são qualidades cada vez mais valorizadas pelo consumidor. A procura pela identidade única também é tendência;


O compartilhamento: para quê comprar se podemos alugar

Uma das práticas mais usuais da atualidade é o compartilhamento de produtos e serviços, sobretudo na Europa. A tendência por lá é que cada vez mais pessoas busquem serviços e produtos compartilhados. No Brasil, esta tendência já teve início em grupos de compartilhamento que trocam serviços e produtos. Locais de trabalho, eletroportáteis, ferramentas, meios de transporte e outros, compartilhados, estão mudando a forma de consumo e trocando “compra e venda” por “aluga-se”;


Segurança e privacidade

Estas garantias sempre foram exigências de todo consumidor e daqui pra frente a tendência é aumentar.

As etapas que envolvem um negócio são muitas: escolha do produto ou serviço, cadastro, prazo de entrega, pagamentos, transações e, tudo isso, normalmente envolve dados do comprador.

A maioria evita ao máximo que as empresas tenham suas informações. A procura por sites, apps e outras ferramentas mais discretos e confidenciais será um ponto considerado pelos consumidores. Quanto menos invasivo, melhor.


Personalização de atendimento e conteúdo

Tendo acesso a dados relevantes e adotando boas ferramentas, você consegue definir públicos específicos para os quais quer vender. É possível, identificar faixa etária, sexo, interesses, etc. A partir daí, basta direcionar suas ações de marketing para fidelizar esse perfil!

A personalização dos conteúdos também já é uma tendência do varejo que tende a se confirmar nos próximos anos. Trata-se de oferecer materiais ricos para os potenciais compradores e, assim, atraí-los para seu site de maneira orgânica, sem o pagamento de propagandas tradicionais.


Sites responsivos

O varejo precisa estar atento à experiência dos consumidores com o seu site, quer seja no desktop ou mobile, porque ele ganha importância a cada dia na decisão de compra. O site impacta diretamente o consumidor. Por isso, quanto mais criativo e responsivo, maior a probabilidade em atrair a sua atenção e facilitar a sua escolha.

Estas são algumas dicas do que se pode esperar nos próximos anos em termos de negócios dentro do varejo e você pode ver que, quase todos os pontos têm a ver com a tecnologia! Prepare seu ambiente para esta mudança que já está acontecendo!


Fontes: blogdologista.com.br / escoladeecommerce.com

Você sabe reconhecer bons colaboradores?

Cometer erros na gestão de pessoas pode trazer sérios problemas a uma microempresa. Funcionários desatentos, que não veem motivo para vestir a camisa da empresa, constantes faltas e atrasos, são alguns dos sintomas de que a administração do seu pessoal não vai lá muito bem. Ao percebê-los, certamente você se pergunta no que está errando, e nem sempre ocorre uma resposta muito clara.


1. Desconsiderar seu pessoal

Sabe aquele hábito, trazido de tempos mais antigos, de mal olhar para o funcionário, desde que ele esteja na empresa dentro dos horários? De lembrar da existência dele somente quando há algum desacerto? Pois bem: esqueça-o!

Trate seu pessoal com consideração, oriente-o, incentive-o! Trate cada membro da sua equipe exatamente como você espera ser tratado. Essa conduta melhorará muito o ambiente de trabalho, e, a produtividade da turma. Sem contar o atendimento ao cliente, que ganhará com isso, pois está sempre ligado ao humor de quem o presta.


2. Comunicar-se mal (ou não comunicar-se!) com a equipe

Ficar calado e manter distância da equipe é criar um clima de incerteza e até mesmo medo na empresa. Se tudo está indo muitíssimo bem, faça uma reunião com o pessoal e comunique essa conquista! Se os negócios estiverem exigindo ajustes e mais garra, também comunique. Pense bem: ao se comunicar, você chamará cada um a assumir uma parcela de responsabilidade sobre os resultados da empresa.


3. Assumir tarefas e metas impraticáveis

Fazer de tudo para agradar a clientela é perfeitamente compreensível. Desejar sempre atender aos clientes é atitude normal de nós, empreendedores, ainda mais em tempos difíceis! Só que o tiro pode sair pela culatra ao assumir tarefas para as quais seus funcionários não estão preparados ou prazos impossíveis de cumprir. Evite fazer isso, por maior que seja a vontade ou a necessidade.


4. Virar colega do funcionário

Erro clássico do microempresário, que já cometi e muito arrependimento me custou! Quem trabalha ombro a ombro com o subordinado pode facilmente “misturar as coisas”, já que a convivência é muito próxima. Seja um bom patrão, o melhor chefe possível, mas não comprometa sua posição de líder. Mantenha bem definidos os papéis: não comente sua vida pessoal com o empregado, nem fique íntimo dele. Assim, você evitará ter as dores de cabeça que tive!


5. Fazer a equipe buscar somente resultados

Colocar na cabeça de seus funcionários que só importa atingir as metas pode terminar em atitudes antiéticas e até desonestas. Pressionar demais o pessoal para alcançar determinados patamares de vendas, por exemplo, nem sempre acaba bem. Reúna todos, ao estabelecer metas. Deixe bem claro que resultados são consequências de atendimentos e ações de vendas bem realizadas, e não “corridas ao ouro”, como as que vemos nos filmes de faroeste.

Lidar com pessoas não é tarefa fácil, principalmente quando o contato é cotidiano. Gerir uma equipe exige habilidades que incluem até mesmo psicologia. O trato com o ser humano é constantemente repleto de desafios, e você deve ter consciência que não é o único a passar por isso.


Fonte: RH portal

Evitando problemas com a receita federal

Falta de cuidado com as questões fiscais são uma das principais causas de baixo desempenho de uma organização, podendo resultar até mesmo no fechamento da empresa.
A gestão contábil bem feita é essencial para que sua empresa não tenha problemas com a Receita Federal. Manter os dados em dia e organizar o trabalho de emissão e registro das NFes pode evitar multas e outras penalidades. Ferramentas para armazenar e consultar nota fiscal facilitam muito essa rotina.Além de auxiliar na gestão de estoque e financeiro.O software de gestão virou uma ferramenta importantissíma para o gerenciamento de todo tipo de negócio.

Ações que geram problemas com a Receita Federal:

Sonegação involuntária
Muitas vezes, por falta de cuidado na hora da contabilidade, pode ocorrer a sonegação de algum tipo de imposto. Isso acontece sem que o empresário perceba. Mas a falta de atenção pode gerar problemas com o Fisco, que cruza dados de cliente e fornecedor para conferir se os números batem.
É essencial auxiliar o contador na hora de fazer o registro dessas operações. Para tanto, deve-se entregar a documentação completa, de acordo com todas as exigências. São muitos detalhes que devem ser cumpridos em nosso sistema fiscal e todos os envolvidos na gestão contábil precisam estar alinhados a essas exigências.


Escrituração de notas canceladas:
O fornecedor pode cancelar uma nota fiscal quando houver algum tipo de erro de preenchimento. Acontece que se a empresa tomadora não receber a notificação do cancelamento e escriturar essa nota, haverá discrepâncias nos dados recebidos pela Receita Federal. Isso também pode fazer com que o Fisco bata à sua porta.


Não cumprimento dos prazos:
Os prazos estipulados pela Receita Federal devem ser seguidos à risca pela contabilidade da empresa. As notas fiscais, as contas a pagar e a receber e o aumento de ativos, por exemplo, devem ser lançamentos com exatidão dentro dos limites de tempo estabelecidos. Uma vez perdida a data da entrega, o sistema já aponta essa irregularidade.


Venda de mercadorias não escrituradas:
A falta de escrituração de uma nota significa, para a Receita Federal, que a empresa adquiriu mercadorias, não registrou a entrada e a comercializou sem pagar os devidos impostos. Se você não tiver um sistema capaz de encontrar a nota — caso ela tenha sido realmente emitida —, será muito difícil provar que isso não aconteceu.


Falta de registro de notas emitidas:
A legislação obriga sua empresa a armazenar todas as notas fiscais, emitidas ou tomadas, por no mínimo cinco anos mais o ano corrente. O Fisco pode solicitar a apresentação de qualquer nota para conferência nesse período. Não armazenar notas fiscais pode acarretar em multas que podem passar de R$ 1 mil por documento perdido. Por isso a necessidade de uma empresa obter um software confíavel para armazenamento de dados é imprescindível.


Fonte: industriahoje

Dicas para fidelizar seus clientes

Investir na fidelização de clientes pode te dar muito mais vantagens que aumentar o número de compradores.

Se tivéssemos que eleger a maior riqueza dentro de uma empresa, independentemente de seu porte ou segmento, não pensaríamos duas vezes: o cliente fiel. Segundo Steve Denning, autor de The Secret Language of Leadership, empresas que mantêm o foco na fidelização de clientes, ou no que ele denomina “encantamento de clientes”, garantem um exército de porta-vozes para sua marca.

Esses clientes, com seu potencial de engajamento, funcionam como um núcleo de atração para novos compradores, e disseminam a boa imagem da marca.

Mais que isso, estima-se que manter um cliente fiel pode ser até cinco vezes mais barato que conquistar um novo, sendo que eles chegam a responder por até 65% de todas as vendas de uma empresa. Mas, afinal, como fidelizar clientes? Entenda neste post por que é tão importante investir na fidelização de clientes e confira como fazer isso com cinco dicas essenciais para encantar o comprador.


* Satisfação versus fidelização:
Sua empresa oferece os melhores produtos e serviços e, por isso, está sempre atraindo novos olhares. Mas saiba que isso não é suficiente. Em um mercado cada vez mais concorrido, não há produto ou serviço bom o bastante que não possa ser copiado e ou melhorado. Mais do que qualidade na entrega, para fidelizar clientes é preciso ultrapassar os limites da satisfação pessoal do comprador. Se, por um lado, um bom produto ou serviço abre portas, atrai o interesse e te coloca na briga de mercado, por outro, ele não é o suficiente para garantir que aquele cliente jamais ceda às tentações da concorrência. Este “encantamento” é um trabalho de médio a longo prazo e que inclui, além da qualidade do que se oferece, uma estratégia capaz de construir um vínculo afetivo entre a marca e o cliente.


* Atenda o cliente como ele gostaria de ser atendido
Comece encarando o atendimento como um diferencial. Ele é, talvez, o diferencial menos perene dentro de uma empresa, já que “quase” todo o resto pode ser reproduzido pela concorrência. Assim, ter e manter um bom atendimento é o primeiro passo para encantar clientes.
Mas, afinal, o que é um bom atendimento? O atendimento diferenciado começa quando a equipe de vendas é treinada para atender o cliente como ele gostaria de ser atendido. Uma boa equipe de vendas não insiste no atendimento (ou produto/serviço) que acha que é o melhor para o cliente. Ela capta os sinais dados pelo futuro comprador e embarca nas suas preferências e necessidades. Até mesmo o tipo de abordagem (mais ou menos agressiva), é definida de acordo com as respostas do cliente. Para isso, além de muita sensibilidade, o vendedor precisa saber calar seus pensamentos, ouvir e se colocar no lugar de quem está comprando.


* Direcione o foco para o cliente certo
Antes de gastar suas energias tentando abraçar o mundo, saiba que para fidelizar clientes é preciso manter o foco no público certo. Somente direcionando as ações estratégicas de sua empresa para as pessoas certas será possível garantir um atendimento de qualidade.
Quem são seus clientes em potencial? Onde eles estão? O que eles estão buscando? O que eles esperam dos seus produtos ou serviços? Saber responder a essas perguntas é fundamental para direcionar sua estratégia de negócio (e de marketing) para o público certo e garantir a fidelização de clientes. Não adianta pensar que é possível oferecer a todos os nichos o melhor atendimento do mercado. Não há produto ou serviço que agrade a todos.


* Fidelize clientes com a teoria da pirâmide invertida
Na teoria da pirâmide invertida, o cliente se encontra no topo, e para ele são destinados os maiores esforços dentro de uma empresa. Abaixo estão os vendedores e todos os que lidam diretamente com o cliente e, por fim, os líderes e gestores, aos quais cabe todo o suporte necessário para sustentação deste sistema.
A imagem descrita mostra o papel dos clientes dentro de uma empresa que visa a fidelização: eles são o motivo que justifica todo o trabalho. Aqui o foco não é o produto, nem os processos internos, mas sim o cliente. Vendedores, líderes e gestores se posicionam como o pivô que sustenta toda a estratégia de atendimento. Isso significa, na prática, uma cultura empresarial do bom atendimento, que além de visar o relacionamento de qualidade com cada cliente, reconhece o valor de ferramentas como SAC, ouvidoria, pesquisa de mercado, segmentação em marketing, entre outros.


* Para clientes fiéis, dê tratamento VIP
Se os clientes fiéis podem responder por até 65% de todo o faturamento de sua empresa, eles merecem, no mínimo, um tratamento diferenciado. Para isso, invista em ações de relacionamento como newsletters exclusivas, cupons de desconto e vantagens de um clube de fidelidade.
Para esse clientes, vale antecipar lançamentos e ofertas e investir em conteúdo personalizado. Lembre-se de que eles são o maior capital de sua empresa.


* Monitore, sempre
Toda ação voltada para a fidelização de clientes (seja uma campanha de e-mail marketing, ou o lançamento de um conteúdo exclusivo) pode e deve ser monitorada. Para isso, conte com um bom CRM (Customer Relationship Management) e uma equipe focada em resultados. O monitoramento permite a otimização constante de sua estratégia e, a partir dos resultados de cada investida, você pode reunir cada vez mais informações relevantes sobre seu público-alvo, suas preferências de abordagem e necessidades. Encare esse processo como um ciclo virtuoso: quanto mais você monitora, mais conhece seu público e maior é a sua capacidade de criar estratégias para fidelizar clientes.
Pronto para dar o primeiro passo? Comece treinando sua equipe de vendas para um atendimento de excelência, reforçando junto aos funcionários valores e práticas de como ouvir o cliente para entender como ele deseja ser atendido, qual a abordagem mais eficiente para cada perfil, quem são os clientes foco dentro da empresa e como cativá-los em um processo contínuo que não se encerra na venda. Reforce essa estratégia e veja o processo de fidelização de clientes realmente acontecer!


Fonte: Endeavor

O que conta na hora de investir no sistema para sua empresa

Escolher um sistema que automatizará as rotinas da empresa e gerará informações cruciais para a gestão do negócio é uma tarefa que requer dedicação e paciência, afinal é o tipo de aquisição que não se faz todos os dias e, quando feita, demanda investimento significativo em treinamento e adaptação do software à empresa e da empresa ao software.

Ao adotar um sistema admite-se que haverá mudanças culturais dentro do estabelecimento no que diz respeito à forma de gestão e operação das rotinas diárias.

Uma vez implantado e superadas as dificuldades iniciais, o software passa a fazer parte do cotidiano de todos e fica incorporado à cultura da empresa.

O sistema de gestão fará parte da operação da empresa como outras ferramentas e equipamentos e para que sua escolha seja o mais acertada possível deve-se considerar aspectos como:


Experiência

Significa, basicamente, perguntar-se o quanto a produtora do software conhece do ramo de atividade no qual sua empresa está inserido.

É preciso saber se quem produz e revende o sistema é capaz de entender com profundidade as necessidades de quem utilizará o sistema e se tem interesse legítimo em permanecer neste mercado ou se apenas “vende também” para este mercado.

A experiência também é importante porque o sistema inevitavelmente incorporará conhecimentos que serão úteis para a sua empresa.


Adaptabilidade/Aderência

Não existem dois estabelecimentos exatamente iguais, pois os gestores e situações envolvidas não se repetem.

Sendo assim, um sistema tem um nível de aderência para cada estabelecimento e quanto mais perto de 100% melhor.

Não tendo 100% de aderência é importante saber o quanto a produtora está disposta a ajustar o sistema para atingir às necessidades da sua empresa.


Suporte

Esta talvez seja a questão mais importante a ser considerada no momento da compra.

É preciso saber como sua empresa será atendida no caso de problemas de diversas naturezas que podem vir a ocorrer. O contrato de manutenção deve especificar claramente o que é coberto por ele.

O suporte é sempre o ponto crítico a ser considerado. A operação da empresa não pode parar por falta de suporte.

Não é incomum ouvirmos a frase “o sistema está fora” quando estamos aguardando o faturamento de uma carga, esperando na fila do banco, do mercado ou de uma loja.

Uma vez implantando e em uso o sistema é um ponto sensível e, muito frequentemente, é impossível manter a operação da empresa sem ele.


Custo

O custo de um sistema deve ser, para as empresas, posto em perspectiva. A questão aqui talvez não seja tanto o quanto o sistema custa e sim o quanto ele vale.

Relatos de empresas dos mais variados ramos de atividade dão conta de que sistemas de gestão e automatização de processos se pagam rapidamente.

A experiência também mostra que a automatização de processos traz resultados mais rápidos quando se fala de retorno sobre o investimento. Já os resultados dos sistemas de gestão demoram um pouco mais para serem percebidos. Talvez porque requeiram gestores preparados para extraírem o melhor do sistema.


Continuidade/Atualização

Empresas de todos os ramos de atividade iniciam e encerram atividades constantemente, e isso ocorre também com as produtoras de sistemas.

Assim, é prudente entender se estamos adquirindo um produto que, ao longo do tempo, se manterá no mercado e se a produtora será capaz de mantê-lo atualizado tecnológica e legalmente.


Legislação

Sistemas precisam atender à legislação em vigor em âmbito federal, estadual e municipal.

O não atendimento dos requisitos legais acarreta prejuízos para a produtora do sistema e também para o comprador, que neste caso específico é o que importa.

Então é importante assegurar-se de que se o sistema for utilizado para emissão de documentos fiscais como Cupom Fiscal (CF), Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e), Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal Eletrônica de Consumidor (NFC-e) ou SAT, o sistema deve atender os dispositivos legais, ser devidamente homologado (PAF-ECF), bem como ter a capacidade de manter-se atualizado.

Regime tributário: faça a escolha certa

O processo de escolha de qual regime tributário é o melhor para o seu negócio deve ser feito com cautela, pois, é a partir desta decisão que será definido como será o relacionamento entre empresa, fisco e Sefaz.

Regime tributário é o conjunto de normas e leis que define a forma de tributação das empresas, determinando como será realizada a cobrança de impostos conforme o volume de arrecadação.

A definição do regime a ser usado varia de acordo com o tipo de negócio e faturamento.

Não há um modelo ideal de tributação que possa ser utilizado para todas as empresas, já que cada um possui suas particularidades. Empresas do mesmo ramo de negócio podem ter regimes diferentes de acordo com a viabilidade.

A maneira mais correta na hora de decidir é fazer uma análise de cada opção através de uma consulta detalhada junto ao contador para se evitar erros.

Uma escolha errada pode trazer aumento da carga tributária nos negócios.

Tipos de regimes tributários: Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido


Simples Nacional

Este regime é indicado para microempresas ou empresas de pequeno porte. A sua proposta é simplificar a burocracia para estas organizações, de forma a reduzir a carga tributária e unificar os impostos em uma única guia a pagar, tanto Municipais, quanto Estaduais e Federais.
Este regime apresenta alíquotas reduzidas, pois há a união de oito impostos e contribuições: PIS, Cofins, IPI, ICMS, CSLL, ISS, Imposto de Renda da pessoa jurídica e, em alguns casos, INSS patronal.

O valor do faturamento para enquadramento no Simples Nacional até 31.12.2017 é de R$ 3.600.000,00 anual. Para 2018, o limite da receita bruta passa para R$ 4.800.000,00 por ano.

A opção pelo Regime para empresas que já estão em atividade somente poderá ser realizada até o último dia útil do mês de janeiro. Para empresas que iniciaram sua atividade em outro mês diferente de janeiro, poderão aderir em qualquer mês, desde que não ultrapasse 180 dias da liberação do cadastro de CNPJ.

Para se enquadrar nesse regime, além da avaliação do faturamento anual da empresa e o obedecimento do prazo para adoção, é preciso verificar se o tipo de atividade da empresa é permitido pelo Simples e se o sócio não possui restrição que impeça de aderir ao regime.


Lucro Real

A apuração dos impostos pelas empresas que optam por este regime é baseado no faturamento mensal ou trimestral da empresa e o cálculo dos impostos incide sobre o lucro efetivo da mesma. A apuração dos resultados se baseia no cálculo das receitas subtraindo as despesas e custos.

Para alguns tipos de empresas a opção por este regime se torna obrigatória em razão da atividade exercida, negócios como: bancos comerciais, sociedades de créditos, corretoras de Títulos, factoring, investimentos e financiamentos. Incluindo também aquelas empresas cujo Faturamento Bruto Anual seja superior a R$ 48 milhões.

Diferente do SIMPLES, este regime não tem a proposta de simplificar a apuração dos tributos e as declarações. As alíquotas dos impostos não possuem seus valores reduzidos, sendo alíquotas diferenciadas para cada operação com guias para recolhimento dos impostos individualizadas.
Ao optar por este regime, o empresário deve estar atento para o cumprimento das obrigações acessórias e deve preocupar em manter todos os lançamentos financeiros de receitas e despesas contábeis em dia e comprovados.

Esse fato se dá pelo motivo da Receita Federal exigir que, neste regime, o Lucro apurado seja declarado por meio das obrigações acessórias como o Sped Contábil, LALUR, Inventário, Demonstrativo de Resultados (DRE), Relatório de Lançamentos no Caixa, ECF, entre outras declarações.

Normalmente esse regime é adotado por empresas de grande porte devido à necessidade de maior controle, planejamento e conhecimento técnico.


Lucro Presumido

Neste regime, visando simplificar o cálculo dos impostos, é utilizado um valor de “Lucro Presumido”.

De forma mais clara, a Receita Federal presume qual será o Lucro da empresa baseado na atividade exercida, gerando um valor médio de lucro e alíquota que estas empresas teriam que pagar. Uma vez que a legislação estabelece as alíquotas a serem usadas para os cálculos baseadas no faturamento da empresa e por atividade exercida.

Este regime é indicado para a empresa cujo faturamento anual seja menor que R$ 78 milhões e maior que R$ 4 milhões.

Diferente de outros tipos de regimes tributários, como o Lucro Real, as empresas que atuam no mercado financeiro (corretoras, bancos, factoring, entre outras) não podem se enquadrar nesse regime.

A opção por este regime pode ser realizada no ano da constituição da empresa, desde que o valor da receita bruta não ultrapasse o limite anual.

Como no Lucro Real, a empresa que opta por este regime tem que pagar várias guias específicas e diversas declarações acessórias, mas, mesmo assim, é o regime tributário com mais empresas enquadradas no Brasil, perdendo somente para o Simples Nacional, pois ele acaba gerando menos impostos e obrigações acessórias que o Lucro Real.

É importante conhecer os tipos de regimes tributários para escolher o melhor.

E para fazer uma boa escolha é muito importante saber diferenciar os tipos de regimes tributários, pois isso será fundamental para gerar menos impactos financeiros para a empresa e obedecer aos critérios estabelecidos pelo fisco.

Lembrando que a escolha não precisa ser eterna. A opção deve ser reavaliada a cada início de ano porque a situação da empresa pode mudar de um ano para o outro. Nestes casos, é provável que uma troca de regime de tributação pode ser vantajosa.


Fontes: Pequenas empresas & Grandes negócios | conube.com.br | infovarejo.com.br

Como aumentar a relevância com o Google

Conteúdo relevante

Tente criar conteúdos relevantes para o seu site, com o conceito de entregar informações valiosas, de maneira consistente, para seus seguidores. Este conteúdo deve ser produzido visando se aproximar do cliente e sanar suas dúvidas/objeções e dicas ao longo do funil de vendas, mas sem intenção comercial direta, e sim educacional.

O que você publica também propicia melhores posições nos resultados na busca por palavras-chave.


Quem aparece primeiro nos resultados?

Um cliente satisfeito é um usuário que retorna. Da mesma forma, um usuário do Google que encontra rapidamente o que procura é um usuário que tende a voltar ao mesmo lugar para fazer novas buscas. O Google procura oferecer aos usuários resultados mais relevantes à busca realizada. Quanto maior for a relevância da busca com os resultados exibidos, maior a probabilidade do resultado ser a resposta que eles procuram.


A relevância do ponto de vista do Google

O Google classifica os sites nos resultados de busca com base no seu algoritmo. Há 200 variáveis, aproximadamente, segundo fontes do Google, que são utilizadas no cálculo da relevância. A cada busca realizada por um internauta para uma determinada palavra-chave, o Google calcula quais os sites de seu índice a serem exibidos para aquela que foi determinada. Assim, ele apresenta quais os sites mais relevantes à pesquisa efetuada pelo usuário. Podemos citar como fatores importantes para definir a relevância de seu site para a busca de determinadas palavras-chave, os seguinte itens:


Fatores externos de relevância:

– Quantidade de sites relacionados à palavra-chave contendo links para o seu site: Sites cujo principal tema é “cachorros” apontando para a sua página que fala de cachorros ajuda a melhorar o posicionamento dessa página para buscas relacionadas a cães;
– Qualidade e peso desses sites: Um link de um site importantíssimo de cães apontado para a sua página e cães conta muito mais do que uma grande quantidade de links e sites sem importância;
– O texto deve estar contido no link;


Fatores internos de relevância:

– Quantidade de páginas falando da palavra-chave;
– Pelo menos uma página focada nessa palavra-chave – título, texto, imagens, etc;
– O título dessa página deve ser claro e direto, mencionando a palavra-chave;

Com base nesses e outros fatores, o Google consegue definir a relevância de seu site em relação às palavras-chave buscadas por usuários.

O Google aprimora constantemente o seu algoritmo, tornando-o cada vez menos vulnerável a técnicas manipuladoras. Para ter um bom posicionamento nos resultados, dê relevância às palavras-chave, pois isso fará com que seu site apareça bem ranqueado. Crie um site rico em conteúdo, que seja único, interessante e consiga links de sites relacionados ao seu tema.


Fonte: seomarketing.com.br

Dicas para criar uma newsletter de qualidade

Newsletter é um tipo de email informativo com recorrência de disparos, em que a mensagem não é focada em uma oferta específica e, ao contrário de emails promocionais, pode apresentar uma abrangência maior de interesses. Geralmente a Newsletter é a porta de entrada para o Email Marketing.

São uma ótima opção de comunicação para fomentar o relacionamento com clientes e prospects de uma forma mais leve e com mais proximidade.

É possível, em uma das chamadas, promover um produto para os que estão em um momento avançado de compra e, ainda assim, ser relevante para os que encontram-se em outro estágio do funil de vendas e se interessam apenas nos artigos e dicas.

Além disso, por repetirem sempre um padrão de organização do conteúdo, podem ser produzidas sem grandes dificuldades.

Tudo isso pode assim gerar um ótimo retorno, desde que a qualidade seja sempre mantida. Nesse post, vamos dar algumas dicas para você ser mais efetivo em suas newsletters.


Só envie se for realmente relevante

Como o objetivo principal da newsletter é manter o público mais próximo do seu negócio, a primeira premissa é a de que você tem conteúdo de qualidade a oferecer.

Sua empresa deve saber que tipo de assunto mais interessa à lista. Temas que respondam as maiores dúvidas dos potenciais clientes em sua área de atuação vão atrair mais do que a divulgação pura e simples de um produto seu.

Quanto mais informações você tiver sobre as preferências de seus leitores, melhor. E o ideal é que a mensagem seja a mais segmentada possível. Uma newsletter bem produzida e de conteúdo selecionado com rigor tende a virar um grande ativo de longo prazo.


Torne o conteúdo “escaneável”

Se você tem vários temas para divulgar, deixe as chamadas bem separadas e organizadas e dê destaque para os pontos principais.

Nos casos de textos maiores, mantenha somente uma introdução ou resumo com um link para o conteúdo completo disponível no site. Isso vai garantir uma newsletter mais enxuta e permitir que você descubra, através dos cliques, quais foram os conteúdos que mais chamaram a atenção.


Escolha bem o assunto da mensagem e o remetente

Sabia que o grande responsável por uma boa taxa de abertura de cliques é o assunto da mensagem? Por isso, prepare-se para dedicar algum tempo para elaborar uma chamada atraente. O desafio é: ser sucinto, objetivo e, principalmente relevante para quem lê.

Uma opção é usar a chamada do texto mais importante que você selecionou para a newsletter. Isso tende a aumentar a taxa de cliques nesse artigo. Outra, é usar a criatividade e destacar o tema de maneira geral em uma frase só.

Mais uma questão fundamental é que o nome da sua empresa esteja presente no remetente do email. Se a pessoa que recebe já tem confiança no seu negócio, exibir o nome vai tornar a mensagem mais atrativa.


Aposte na simplicidade do layout

O HTML de um email não pode ser encarado da mesma forma que o HTML de um site. Complexidades na elaboração do template aumentam muito a chance de problemas na forma como cada serviço renderiza a mensagem e tornam mais frequente a quebra de layout.

Além disso, oferecer diversas opções em uma sequência não muito bem definida também pode confundir o usuário e diminuir o número de cliques. Ser simples no CSS e usar um layout simples de tabelas é a melhor opção.


Tome cuidado com o uso de imagens

Evite condensar sua newsletter em apenas uma imagem, pois a maioria dos serviços de email tem o padrão de bloquear a exibição. Isso dificulta a visualização e o usuário precisa clicar em uma autorização para conseguir saber qual o conteúdo do email. Essa “barreira” acaba reduzindo bastante os resultados.

Quando utilizar imagens ao longo do HTML preocupe-se em empregar corretamente o atributo ALT, para que o leitor saiba do que se trata caso elas não sejam exibidas.

Neste post tem mais detalhes sobre por que se deve usar um template HTML ao invés de uma imagem.

Também lembre-se de garantir que as imagens estejam no seu servidor próprio.

A utilização de um serviço gratuito de hospedagem de imagem não é recomendada por dois motivos. O primeiro é que esse tipo de serviço é muito utilizado por spammers e pode reduzir a confiabilidade da sua mensagem. O segundo é que muitas vezes esses serviços bloqueiam a exibição de imagens em emails por não conseguir lidar com uma alta quantidade de tráfego. Dessa forma seu potencial cliente não consegue ver o que sua empresa enviou.


Sempre meça os resultados para encontrar pontos de melhoria

Aproveite os relatórios oferecidos pelos serviços de Email Marketing para avaliar a efetividade de suas newsletters. A taxa de abertura vai ajudar a identificar os melhores horários de envio, a efetividade do assunto escolhido e o quanto sua empresa tem sido relevante ao longo do tempo.

Já os cliques vão ajudar a mostrar os assuntos que mais chamaram a atenção e podem representar conteúdos interessantes para o seu público.
Isso tudo permite otimizar as campanhas e proporcionar, assim, um maior retorno sobre investimento.


Teste muito

Não pense que o trabalho termina quando a newsletter estiver concluída.

Testar antes de enviar é muito importante. Envie a mensagem para você mesmo, para amigos, enfim, teste de todas as formas possíveis. Verifique os principais servidores de email na sua lista e teste todos os principais.

Geralmente e-mails do Hotmail, Gmail, Yahoo, Uol e Bol, além de softwares como Outlook 2003 e 2007, Mozilla Thunderbird e Apple Mail estão entre os mais relevantes no Brasil.

Uma boa opção é utilizar o site litmus.com, que mostra a exibição do email em diferentes serviços de email. Esses testes vão ajudar a garantir que o layout não seja quebrado de acordo com o serviço de email.

Mas teste também além disso. Procure variar os tipos de conteúdo, assunto do email e horário de envio para identificar quais opções oferecem melhores resultados para sua empresa.


Fonte: resultadosdigitais.com.br